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Segunda Prova - A Água

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Segunda Prova - A Água

Mensagem por Escola de Magia PT em Sab 13 Jul 2013, 13:27

Pontuações



Charlotte Lovato - 79/100 de pontos

Agilidade: 80
Astucia: 78
Originalidade: 77
Qualidade do Post: 81

Nota de  Balthazar Blake: Acho que utilizou um vocabulário muito repetitivo, por vezes, não se
entendia bem o que pretendia com o que estava escrito, era confuso.
Levou um punhal, algo que não estava na mala e não sei se isso esta de
acordo com as regras do Torneio. Como aspecto positivo, acho que acabar
viva já é um grande aspecto positivo xD 


Nota de  Átila Von D'EstaignAchei a prova muito pequena para a prova que era, mas achei interessante.

Nota de  Amber Potter:  Não se pronunciou.



Tiago Azevedo - 85/100 de pontos


Agilidade:
89
Astucia: 82
Originalidade: 90
Qualidade do Post: 80


Nota de  Balthazar Blake: Tem algumas falhas na escrita e enrola muita informação, coloca muita
"palha" desnecessária, mas isso é superado, pois no campo do uso de
feitiços e encantamentos esteve muito rico e também deu um olhar
bastante sentimental a sua participação com o que escreveu no inicio do
post.


Nota de  Átila Von D'EstaignAchei a prova do Tiago um pouco Over Power. Foi-lhe
dado uma mochila e ele não utilizou nada, excepto as barras energéticas,
do conteúdo fornecido. Não se cansou, praticamente, nada durante a
prova. Não gostei de ele ter usado o "Wingardium Lveiosa" numa rochas
tão grandes e pesadas, pois considero esse feitiço para objetos
pequenos/médios. Não gostei da sua abordagem para com o Kappa.

Nota de  Amber Potter:  Não se pronunciou.



Zoey Redbird Malfoy - 92/100 de pontos


Agilidade:
88
Astucia: 92
Originalidade: 98
Qualidade do Post: 93


Nota de  Balthazar BlakePosso apontar vários aspectos negativos, como o uso de expressões do
género "tipo", e "na face", linguagem imprópria, falta de atenção na
arena, o facto de ter roubado material do torneio para uso pessoal e
algumas falhas na escrita. Mas isso tudo depois é completamente superado
pela brilhante forma como o post no todo esta escrito, com um bom uso
de vocabulário, e com ideias bastantes originais.


Nota de  Átila Von D'EstaignA prova da Zoey estava perfeita. Foi a melhor prova até agora.

Nota de  Amber Potter:  Não se pronunciou.



Alexis S. Mars - 85/100 de pontos


Agilidade: 84
Astucia: 85
Originalidade: 88
Qualidade do Post: 86


Nota de  Balthazar Blake: Acho que essencialmente fez a prova dentro das normas, encontrei alguns erros na escrita e ela se não estou enganado ignorou a mala com os mantimentos.  

Nota de  Átila Von D'Estaign: Achei a prova da Alexis muito boa no geral. Não tenho muito a comentar.

Nota de  Amber Potter:  Não se pronunciou.



As pontuações da jurada Sophie não foram contadas pois não foram bem enviadas.

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Prova da Água
DEVE SER POSTADA DIA 20 DE JULHO
A Descrição da Arena

O lugar é um campo com apenas relva e enormes poças de água, sendo umas superficiais e outras profundas como se fossem enormes buracos cheios de água. Chove forte e com trovoadas. Na missão do elemento anterior cada participante encontrou uma chave numa determinada mochila (aleatoriamente, não importa em qual mochila, mas as chaves estavam espalhadas entre as mochilas). A relva está encharcada por causa da chuva.

A distância do ponto de partida até o rio é de 1.500 metros. A temperatura da água está a -17ºc, ou seja, o rio tá praticamente congelando. O rio é escuro e com plantas aquáticas dispostas a "atrasar" a passagem das competidoras. O único lugar iluminado dentro do rio é onde se encontram 4 baús e 4 caixas de cristal contendo cada uma delas uma refém. A caixa de cristal mantém os reféns a salvo e com vida o que significa dizer que se os competidores usarem magia para quebrar a caixa dentro do rio terão sérios problemas.

Cada baú contém um tipo de fumaça cuja a coloração corresponde a cada equipa. Cores: Verde, Amarelo, Azul e Verde. A fumaça vai se manter em leve movimento dentro do baú, mesmo que o baú seja aberto. Além disso cada baú contém uma garrafa que os ajudará mais adiante ao término da prova. Cada baú se encontra diante das caixas de "cristal". As caixas de cristal tem um puxador numa das laterais. Os reféns se mantém acordados e poderão falar e reagir dentro das caixas. Mesmo que eles de dentro da caixa tentem a quebrar não conseguirão, apenas os competidores tem o poder de os livrar deste mal.

Contudo os reféns terão como guarda dois Krakens para cada, que irão fazer de tudo para que os competidores não resgatem os reféns e peguem os baús. Os competidores terão exatamente uma hora para livrar os reféns, senão eles poderão morrer sem ar. A exemplo da prova anterior (TERRA), os competidores receberão um poema escrito num pergaminho envelhecido dois minutos antes do início da prova do Elemento Água:

“ Amores vem e vão
Apenas o verdadeiro
É pra toda a vida
Resta saber qual o verdadeiro.

Existem muitos tipos de amor,
De pai e mãe,
De amigo e amiga,
Ou aquelela amizade que amadurece
E se torna algo mais.

Todo amor é como chama
Que precisa ser alimentada pelo ar.”


Pontos a Observar

-Uma manta para aquecer a "vítima"
-Um cantil com água
-Uma garrafa de leite quente ou chocolate quente. (Apenas dois baús contém leite e dois contém chocolate quente)

*Atenção!
- A dica para a próxima prova está em toda a prova do elemento Água.
- As participantes tem que chegar até a superfície sem quebrar as caixas que contém as crianças. A caixa foi criada por um feitiço que se desfará quando entrar em contato com o ar. As participantes tem 1 hora para cumprir a prova, caso contrário perderá pontos ou será desclassificado.
- Cada participante poderá salvar apenas seu refém.
- Os reféns são:
Tiago Leand Willis
Natacha Wolf
Rodrigo Heleno Azevedo
Matthew Lovato York



O Kraken desta prova tem 3x o tamanho de uma pessoa comum. O Kraken de nossa prova é um tipo de lula gigante com parte do corpo a parecer humano.
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Nota dos Jurados: Cuidado como o template que usam (não interessa se usam ou não, só não queremos é letras pequenas) e com o português. Descrevam tudo o que conseguem. Boa sorte.

- Na mala que apanharam na outra prova, estava também uma chave. Usem-na.
Thanks [Somente administradores podem ver este link]

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Re: Segunda Prova - A Água

Mensagem por Charlotte Lovato em Sab 20 Jul 2013, 15:13



Campeã dos Gryffindor
Charlotte Lovato - Torneio Quadri-Feiticeiro, Água


Depois de uma semana de descanso, aqui estava eu pronta para mais um desafio. Desta vez, a prova complicava-se imenso, tendo em conta que estava em jogo a vida de alguém. Comecei a preparar-me mentalmente para esta e antes de ouvir o sinal de que a prova iria começar em alguns segundo, disse alto para que os meus colegas pudessem ouvir: - Boa sorte! – sorri-lhes demonstrando o meu bom coração. Nunca na minha vida, eu lhes iria desejar mal algum, era verdade que estávamos em plena competição, mas acima de tudo, eles ainda continuavam a ser meus amigos!

Assim que pus os pés na arena, o espaço mudou logo. Onde antes estivera uma arena cheia de espectadores, estava agora um campo relvado. O tempo que tinha para concluir a prova era exatamente uma hora, portanto tinha que dar corda às sapatilhas, se quisesse que o refém sobrevivesse. A chuva caía forte e havia trovoadas no local, o que tornava as coisas mais perigosas, pois odiava chuva e ainda mais trovoada. Comecei a deslocar-me com dificuldade, porque o tempo não estava lá muito agradável e ainda podia dar uma queda, e no fim de ter andado já uns bons metros, parei para respirar um pouco. Apesar da Sophie me ter preparado quanto à minha condição física, aquilo não deixava de ser complicado.

- Vá lá, Charlotte, tu consegues! Pelo Matt! – disse eu enquanto começava a correr. Faltava-me muito pouco para chegar ao rio, por isso só me restava controlar a minha respiração e continuar a correr, mantendo um certo ritmo. A esta altura já me encontrava super nervosa, com a possibilidade do Matt se poder encontrar na caixa. Não o tinha visto com o Derek quando ele me foi dar força, por isso tinha ficado logo com o coração nas mãos mesmo antes de entrar na prova. O Matt era o meu bebé, o meu tesouro, a minha vida, por isso, se ele estivesse dentro da caixa, eu iria fazer tudo por tudo para o trazer são e salvo à tona.

Pouco tempo depois cheguei então ao tão famoso e perigoso rio, não tinha a certeza mas algo me dizia que a água daquele rio estava geladíssima. Comecei a tirar a roupa, ficando apenas de fato-de-banho e peguei na minha já a pensar numa forma de respirar de baixo de água. Observei o que estava dentro dela com muita atenção e notei a presença da chave que antes estivera na mochila da primeira prova. Mas isso não foi o que mais me assustou, o que me chamou mais à atenção, foi o facto de haver ali quatro folhas de guelricho e mais estranho ainda, não saber como elas tinham ido ali parar. Soube que aquilo era guelricho porque tinha estudado no terceiro ano aquela planta, nas aulas de transfiguração do professor Thiago, ela era proveniente do Mediterrâneo, o que tornava difícil as minhas probabilidades de encontrar a pessoa que a tivesse posto ali. Tirei as folhas de dentro da mala e coloquei-as logo a todas na boca, engolindo-as em seguida.

Coloquei a mala a traçar no ombro, saltei para a água e senti a baixa temperatura desta, como se fossem mil agulhas a espetarem-se na minha pele.
- Que gelo!! – comentei sentindo um forte arrepio quando vim ao cimo da água. Aquilo estava a ser um verdadeiro desafio, olhei para o relógio que tinha no pulso e notei que tinha que me apressar. Como já tinha reparado que o rio era completamente escuro e sombrio, mergulhei na água com a varinha apontada para baixo e sem falar uma única palavra vi um clarão iluminar os locais por onde eu passava. Acabara de conjurar o meu primeiro feitiço não verbal, que neste caso tinha sido o Lumos Máxima. À medida que fui nadando até às caixas, ia encontrando diversas plantas que me tentavam impedir de continuar o caminho. Tentei passar por elas pois o tempo já não era muito para “brincadeiras” mas não tive lá muita sorte. – Ai, que porcaria, larga-me! – falei com a voz um pouco diferente por já estar de baixo de água, tinha visto num site na Internet que as pessoas assim que usassem o guelricho ficavam com vozes diferentes. Observei o caule de uma planta enrolar-se no meu pé e tentei soltar-me, quando cheguei à conclusão que aquela não me ia soltar, apontei a varinha para o meu pé, e com eficácia apontei para a ponta que estava no meu pé. – Diffindo! – a planta como era mágica, deu uma espécie de guincho e logo a seguir soltou-me.

Nadei mais um pouco sempre mais fundo e comecei a observar as quatro caixas de cristal que teríamos de resgatar, estavam atrás de uns baús que por acaso também seriam para cada um de nós. Enquanto tremia, devido ao gelo a que se encontrava o rio, aproximei-me das caixas a nadar, mas arrependi-me na própria da hora. Duas criaturas gigantescas os Krakens, com cerca de quatro metros e tal quase cinco, estavam a guardar as caixas e como não sabia lá muita coisa sobre elas, fiquei a observá-las, escondida. Apontei a varinha à primeira e falei: - Conjunctivitus! – depois de lhe ter lançado o feitiço, esta criatura tinha ficado toda atrapalhada, pois aquele feitiço irritava os olhos, impedindo-a de me observar. Aproveitando o facto dela não me conseguir ver, apontei-lhe novamente a varinha e falei: - Immobilus! – Assim que este ficou paralisado, fiz o mesmo para a outra criatura, que já vinha na minha direção.

-Accio Chave – disse eu com a mão esticada, por cima da minha mochila. Senti a chave na minha mão e a seguir abri o baú. Quando este se abriu, reparei que uma fumaça vermelha saía deste, o que significava que tinha aberto o baú correto. Encontrei dentro deste uma manta, um cantil e uma garrafa que continha um líquido que parecia ser chocolate quente. Coloquei estas coisas dentro da minha mala, à exceção da garrafa que parecia ser de chocolate quente. A minha mala tinha um feitiço Indetetável de Extensão, este feitiço era simplesmente útil para as ocasiões de maior urgência por isso tinha-o usado. Coloquei esta a traçar no ombro e como estava a precisar de energia, vim até o cimo, fui para cima de uma rocha e comecei a beber o meu chocolate quente. Assim que recuperei algumas energias, olhei para o relógio e disse: - Ai meu Deus, tenho de me despachar! – mergulhei novamente, depois de ter colocado o resto do chocolate quente na mala e depois continuei a nadar cada vez mais fundo, até encontrar o local onde eu estava alguns minutos atrás. Como antes tinha reparado, ali estavam as caixas que nós deveríamos recuperar, era uma para cada concorrente. Como não podia usar magia para a abrir, só me restava puxá-la até ao cimo da água. Nadei em volta da caixa para a conhecer melhor e poucos minutos depois, tirei o pergaminho que me tinham dado antes da prova e li-o. À semelhança do primeiro desafio e por minha infelicidade, também era um enigma.

- Caraças, odeio enigmas! - comentei frustrada, ao tentar interpretar o que este queria dizer.  Depois de o ler mais uma vez, engoli em seco, ele estava a falar de amor, vários tipos de amor.. Senti que aquilo estava estranho, o Matt poderia muito bem encontrar-se dentro da porcaria da caixa. Sem mais tempo para demoras, falei: - Eu escolho o amor verdadeiro, aquele que tem a maior força do Mundo! – Peguei na caixa pelo puxador e comecei a subir com algum esforço, a caixa era demasiado pesada.. Quando o efeito do guelricho acabou, eu já estava a chegar ao cimo. Assim que pus a cabeça fora de água, o feitiço que estava a proteger a caixa desfez-se e esta abriu-se, mostrando em seguida o cabelo escuro do meu filho.

- Matthew, meu amor, a mamã estava com tanto medo por ti! – falei para ele, levando-o pela cintura, tentando nadar apenas com uma mão, até à espécie de cais do Torneio. Quando lá cheguei, deixei o meu filho subir as escadinhas para do cais e pouco tempo depois subi eu. Reparei nos outros três e sorri para mim mesma, eles também tinham conseguido passar. A Zoey tinha salvo o Tiago que por acaso era tio do Matt e os dois estavam rodeados por pessoas. Observei o meu irmão Derek aproximar-se e disse-lhe, com um sorriso de trinta e dois dentes: - Consegui, mano. Consegui e o Matt está são e salvo! Very Happy– abracei demoradamente o meu irmão e o meu filho e pensei: “Tudo tinha acabado.. Por enquanto”.



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Re: Segunda Prova - A Água

Mensagem por Tiago Azevedo em Sab 20 Jul 2013, 15:46


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This Is The Moment That You're Gonna Be Special

TIAGO AZEVEDO - TORNEIO QUADRI-FEITIÇEIRO - ARENA - PROVA DE ÁGUA

Enquanto estava a aparecer na próxima arena depois de ter bebido a última poção pensei aquilo que eu e a Alexis estivemos a falar. O Torneio iria mudar completamente as nossas vidas porque a qualquer momento podemos morrer, e ninguém quer isso, e suponho que a Diretora também não queira isso mas foi como aconteceu na altura do pai dela, o Hufflepuff que participava, neste caso em Hogwarts, acabou por morrer, assassinado por Lord Voldemort.
Antes de chegarmos á esta nova prova foi-nos dado um pergaminho envelhecido, mas decidi não olhar o que continha. Apenas quando achasse que o momento tinha chegado é que iria ver o conteúdo do pergaminho.
Assim que senti os meus pés a tocar no chão, senti algo fofo a "apanhá-los". Abri os olhos, porque sim, tinha-os fechados, e vi um campo enorme com relva e enormes poças de água. As poças de água era bem capaz de passar mas o resto até gostei bastante. Assim que ouvi o canhão explodir como sinal de que a prova iria começar, e começei a andar sem avistar as outras concorrentes. Fui olhando para as poças e reparei que algumas eram apenas superficiais e outras eram profundas, mas mesmo profundas, e eu não queria tomar ali um banho porque naquela altura começou a chover torrencialmente e trovoar bastante. Começei a correr com a camisola em cima da cabeça para não a molhar o.O Mas mesmo assim isso não funcionou porque a chuva era tão intensa que me molhei todo. Doia-me a cabeça, devia estar a ficar constipado o.o Espirrei cinco ou seis vezes. Passados alguns minutos de estar a correr apercebo-me que ainda tenho a mochila ás costas e era por isso que estava a ficar tão cansado. Vi umas plantas que não deixavam passar a chuva e estive lá uns minutos a descansar. Peguei na mochila para a examinar de novo e vi que tinha uma chave. Eu não tinha visto esta chave na prova anterior mas como eu andava todo distraído com tudo o que poderia acontecer não devo ter prestado muita atenção. Passei a mão na relva e recordei-me que a última vez que tinha tocado na mesma tinha sido com a Alexis. A Alexis era uma pessoa muito simpática e querida. Mas desviei logo a cara porque não queria pensar nisto o.o Quanto mais corria mais cansado estava, e não era só porque correr cansa, mas sim também porque a minha roupa estava toda encharcada assim como a relva.
Pus a minha mochila por cima da cabeça e fui andando devagar para não me cansar muito. Fui passando por vários locais e deixava uma pequena marca para saber que não andava ás voltas. Todos os locais que achava parecidos pegava na varinha e fazia um corte no objeto. Quando dei por mim estava perto de um rio quase congelado. Á minha frente não parecia haver nada de muito importante, ou seja, a principal parte desta tarefa seria o rio. Cheguei perto do rio, apontei a minha varinha a uma parte e disse movendo ligeiramente a varinha fazendo um círculo perfeito.

- Diffindo!

A parte para a qual eu tinha apontado a minha varinha quebrou-se deixando ver a água do rio que se encontrava por baixo. Era agora o momento. Antes de tudo teria que ler o conteúdo do pergaminho velho que nos tinha sido dado no início da prova.
Peguei nele e começei a ler, murmurando aquilo que lia.

“ Amores vem e vão
Apenas o verdadeiro
É pra toda a vida
Resta saber qual o verdadeiro.

Existem muitos tipos de amor,
De pai e mãe,
De amigo e amiga,
Ou aquelela amizade que amadurece
E se torna algo mais.

Todo amor é como chama
Que precisa ser alimentada pelo ar.”

Amores vem e vão mas apenas o verdadeiro é para toda a vida resta saber qual o verdadeiro. Foi isto que pensei da Selena mas não foi isso que aconteceu e agora só tenho um amor e ele chama-se Rodrigo Azevedo, e é o meu filho. Será o meu amor verdadeiro para o resto da vida, porque sempre será o meu pequeno. Existem vários tipos de amor. Todos os amores que eu tinha agora eram de amigo e amiga, mas havia o de pai também. Todo o amor é como uma chama que precisa de ser alimentada pelo ar. Isto tem a sua lógica, porque se tirarmos o ar á chama ela não arde, ou seja, se não contribuirmos com um bocado de amor ele nunca irá existir. Depois de ter pensado algum tempo naquilo fiz o feitiço Cabeça de Bolha em mim próprio atirando-me depois para a água. Felizmente tinha a roupa encharcada mas quente o que me fez ficar mais quente debaixo de água. Mas passados alguns, dois, minutos começei a tremer porque a água estava mesmo muito frio.
Começo a nadar cada vez mais para o profundo fim e apercebo-me de um barulho. Olho rapidamente para o lado e vejo um Grindylow.

- Relashio!

Apontei a minha varinha ao Grindylow que explodiu o.O Vi mais alguns a aparecer ao meu lado o.o

- Relashio!

Fui dizendo para todos, até terem explodido todos. Segundo os livros que tinha estado a ler o Grindylow é um demônio que habita lagos e rios. A sua aparência lembra a mistura de uma criança raquítica com um molusco. Os grindylows são representado com olhos enormes, pele verde e lisa, dentes afiados, vários chifres curtos e caninos esverdeados e bem pontiagudos, os quais ele usa para destroçar qualquer ser humano (principalmente crianças) que seja suficientemente tolo de perambular sozinho às margens de sua morada.
Fui nadando mais um pouco e conseguia respirar bastante bem com aquele feitiço que tinha feito á pouco. Era como se tudo estivesse bem mas estava com uma bolsa na frente do nariz e da boca para que a água se transformasse em oxigénio. Servia muito bem para esta situação!!
Cada vez estava mais fundo e vi uma luz e nadei até lá o mais rápido que conseguia e começei a ficar sem ar porque ainda era um pouco dificil respirar com aquilo o.O
Quando cheguei ao sitio onde via a luz, reparei que haviam 4 cores o.o e fui logo para a amarela que era a minha cor o.o Chego mais perto e vejo uma caixa de cristal com o Rodrigo lá dentro o.o Vou logo para lá e penso no que raio lhe tinham feito -.- Mas quando estou a chegar perto dele sinto algo a passar-me perto dos pés. Olho para baixo e vejo uma criatura e fico chocado porque era quase o triplo ou mais de mim... Pego na varinha e digo:

- Petrificus Totalus!!

A criatura começa a ficar congelada e vai para o fundo do lago. Mas de repente vejo outra a chegar...

- Oh Bosta -.- Debaixo de água não da Sad

Sorri maliciosamente para a criatura porque não queria mostrar parte fraca.

- Bombarda!!

Aponto-lhe a varinha e começo a fazer cambalhotas na água no sentido vertical do lago porque a potência foi tal que ambos fomos empurrados.
Rapidamente e a tremer fui até ao Rodrigo. Sorri para ele e abri o baú com a chave que tinha dentro da sacola e olhei para cima do lago e faltavam, quase de certeza por causa da posição do sol, 10 minutos para o fim da prova.

- Rápido.

Onde é que raio estava a chave. Entrei em pânico porque não sabia dela. Voltei a procurar e encontrei-a, uffa -.- Abri o baú com a fumaça amarela e encontrei uma manta, um cantil com água e uma garrafa de leite quente, pelo menos era o que parecia. Agarrei no puxador que estava da parte lateral da caixa de cristal e puxei o Rodrigo, mas antes pus tudo o que estava no baú dentro da minha sacola. Começei a nadar o mais rápido que pude e quando cheguei á superficie da água vi que a caixa de cristal do Rodrigo se desfez e rapidamente saí de lá nadando com apenas um braço e segurando nele com outro. Quando cheguei á "costa" da prova o relógio estava a contar 1 hora certa... Que bom que consegui ainda um pouco antes.
Abri a sacola e peguei na toalha e embrulhei o Rodrigo nela sorrindo para ele e brincando um pouco com ele. Era o que eu tinha de mais precioso e não queria que ninguem o tirasse de mim. Bebi um pouco da água quente que tinha lá e dei um pouco de leite quente ao Rodrigo com o biberão que me arranjaram, mas antes fiz-lhe um feitiço de desinfetação!! Sorri quando vi os seus outros colegas felizes com os seus resgatados e murmurei-lhe:

- Bom Trabalho!!

notes: Hey Oh!! ; Torneio Quadri-Feitiçeiro *.*; vestindo: [Somente administradores podem ver este link]; Thanks [Somente administradores podem ver este link] From[Somente administradores podem ver este link]




Hufflepuff Pride
Remember that you're the love of my life,
and i will never forget you!! [Somente administradores podem ver esta imagem]
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Re: Segunda Prova - A Água

Mensagem por Convidado em Sab 20 Jul 2013, 21:18





Zoey R. Malfoy - Campeã dos Ravenclaw





Já nos tinham dito mais ou menos o que esperar da segunda prova. Tínhamos que conseguir trazer algo de volta das profundezas. Desta vez o elemento relevante era a água. Acho que nunca na vida tinha desejado tanto ter a minha tia Claire comigo. Ela é mestre da água, ia de certeza pelo menos chegar viva ao fim da prova. Mas sentia-me confiante, tinha ganho a primeira prova e isso era um grande incentivo.

Respirei fundo já na tenda onde os outros campeões já estavam. Mas porque raio é que eu era sempre a útima a chegar? Evitei revirar os olhos com este meu último pensamento - ainda pensavam que estava a critivar alguma coisa - e ouvi com atenção as instruções que nos estavam a dar. Basicamente tínhamos que passar por obstáculos que nos iam levar até à pessoa que tínhamos que salvar.

Metia medo olhar lá para fora naquele momento. Porque é que de repente estava a chover? Pior, porque é que estava a trovejar? Era suposto isto estar a acontecer? Claro que era, que pergunta idiota. Ainda bem que esta prova era mais curta que a outra. Para ser franca parecia mais simples que a anterior, não fosse o facto de termos de aguentar uma hora debaixo de água. Quando nos foram dadas todas as indicações, saímos daquele lugar e cada um começou a prova por si, ali não havia amizades. Eu não estava a achar muita piada a isso mas tinha de me safar. Também não estava a achar piada à quantidade de poças que ali estava, parecia um pântano. E algumas eram bem fundas. Supostamente eram uns mil e quinhentos metros até ao rio.

- Que nojo!

Comecei a reclamar quando senti os meus pés afundarem-se por tudo quanto era sítio, em coisas verdes e nojentos que pareciam musgo. Queria chegar rápido ao rio mas assim ficava difícil. Quanto mais eu tentava correr mais me afundava. Até que caí numa mesmo funda.

- NÃO!

Gritei a sentir-me ser puxada por alguma coisa. A minha varinha estava a dez centímetros de mim e eu não conseguia apanha-la. Alguma coisa me mordeu a perna e eu gritei com dores. Sentia a perna arder, apesar da água estar gelada. Se aquela estava assim por ser da chuva não queria imaginar a do rio. Agarrei-me com as unhas àquele solo nojento mas continuava a ser puxada. Já não sabia se a minha cara molhada era simplesmente da chuva ou se eram lágrimas a escorrer-me pelo rosto. Mas recusava-me a desistir logo ao primeiro obstáculo.

- LARGA-ME!

Gritei embora não soubesse que não valia a pena. As pessoas acham que é estúpido, mas a verdade é que gritar liberta adrenalina e dá mais força a quem está a fraquejar. Dei às pernas com força e o mais rápido que conseguia, mas continuava a ser puxada. Devo ter acertado na cabeça de alguma coisa porque essa coisa largou-me enquanto eu ouvi uma espécie de gemido e eu fiz uma última força para sair da água e para me conseguir levantar. Estava a respirar depressa e estava a ver que não conseguia nunca mais sair daquele pântano, já estava meio perdida, mas depois vi para onde tinha de ir.

- "Vai para os Escuteiros", dizia o meu pai, "vais aprender coisas úteis", dizia o meu pai. Obrigada, pai, ajudou bastante de facto.

Ironicamente perdida com os meus pensamentos dirigi-me para o rio a correr. Graças a Deus que não encontrei nenhuma criatura estranha e nojenta pelo caminho, isso poupou-me tempo e nervos. Mas a estúpida da chuva continuava e os trovões eram tão grandes que metiam medo ao susto. Quando cheguei ao rio estava tão acelerada e ainda assustada e em pâncio que ia mergulhar toda cega, quando me lembrei que tinha de estar dentro de água durante uma hora. Pensei durante um pouco e fiz o que me pareceu mais óbvio: usar o feitiço cabeça-de-bolha. Depois de fazer o feitiço e, rapidamente, verificar que ele funcionava mesmo mergulhei dentro de água. Estava horrível! Era gelada, completamente gelada. A água assim só fazia pensar que estava milhares de facas a espetarem-se no meu corpo. Não era nada agradável e só me fez lembrar de quando o meu irmão Benjamin me fez ficar na piscina e a congelou. Cabrão.

- Lumos!

Disse quando mergulhei para poder ver dentro de água. Não se via nada lá em baixo e eu estava a ficar chateada, odiava o escuro. Nadei durante aquilo que me pareceu uma eternidade até ver algum movimento na água, mas eram apenas alguns peixes. Alguns eram super estranhos, mas não havia de ser nada. Consegui sorrir vitoriosa, ia conseguir ao objectivo sem ter impedimentos nenhuns! Nadei mais depressa e quase me apeteceu cantar de alegria. Mas como quem canta de galo acaba sempre por estrar tramado, vi logo que a minha felicidade não ia durar muito tempo. Vários Grindylows começaram a arranhar-me e a puxar-me e estavam a magoar-me bastante, os malditos. Peguei na varinha mas não conseguia ver bem para poder acertar nalgum logo à primeira. Não importava, tinha de conseguir sair dali. Comecei a distribuir feitiços à parva a tentar acertar em tudo o que se mexia.

- Diffindo! DIFFINDO!

Aos poucos aquilo ia funcionando e eles começaram a deixar-me em paz, mas além de me sentir toda queimada da água, sentia agora dores do que aquelas criaturas horrorosas me tinham feito. Não importava, eu iria tentar na mesma, quando chegasse ao fim tratava deles. Tentei nadar ainda mais depressa, já que tinha pouco tempo, só tinha mais meia hora.

- Lumos!

Voltei a ter luz e seguia a pequena luz que via ao longe. Quando lá cheguei sorri logo. Estavam duas caixas de cristal enormes à minha frente. Duas delas já tinham sido levadas.

- Tiago?

Abri muito os olhos quando vi que era ele que lá estava dentro e fui a nadar até lá. Havia mais quatro baús lá, mas não nos tinham dito que era obrigatório abri-los ou usa-los. Eu estava mais preocupada com o Tiago. Ele abanou logo a cabeça freneticamente quando eu me estava a preparar para a abrir a caixa. Parei e ele apontou para cima. Entrei em pânico e podia ter morrido de ataque cardíaco naquele momento. Que criaturas eram aquelas? Pareciam lulas gigantes mas tinham um corpo humano ao mesmo tempo, tal como as sereias. Mas estes eram um pouco mais assustadores. Acho eu, na verdade nunca vi nenhuma sereia. Peguei na minha varinha e apontei-lhes, eram duas. Como raios era susposto afastar aquilo?!

- DIFFINDO!

Gritei mas elas só se afastaram um pouco. Não me deixavam tirar dali a caixa com o Tiago e eu estava a começar a ficar desesperada. Parecia que eles não iam realmente atacar-me, mas também não me deixavam sair dali. Não sabia bem do que é que eles estavam à espera.

- A Luz, Zo! Eles odeiam luz!

Ouvi o Tiago gritar-me de lá de dentro e eu olhei as criaturas de novo. Isso podia dar-me tempo, sim. Luz, muita luz.

- LUMOS MAXIMA!

Gritei e uma luz intensa e enorme saiu da minha varinha. Ouvi-as gritar e afastarem-se rapidamente, nadando para longe. Parecia que eu as tinha cegado momentaneamente. Enquanto isso apontei a varinha à caixa e fiz o feitiço para a transportar facilmente para a superfície. O Tiago encostou os lábios na caixa com um sorriso como se me quisesse dar um beijinho e eu sorri-lhe carinhosa. Estava feliz, ia conseguir, conseguia ver a superfície aproximar-se. Assim que ele tocasse a superfície a caixa iria abrir e ele poderia sair e estaríamos os dois no fim. E eu ia conseguir fazê-lo a tempo! Faltavam cinco minutos ainda. Mas de repente fui puxada novamente. Mais Grindylows. Abri muito os olhos a ver o Tiago continuar a subir.

- ZOEY!

Ouvi-o ainda gritar antes de ser puxada para baixo. A varinha tinha-me saído da mão, tinha-me saltado, não sabia onde ela estava. Queria abrir os olhos e também estava difícil. A feitiço cabeça-de-bolha tinha-se desfeito e eu ia morrer em poucos segundos assim. Eles perceberam isso, iam deixar-me ali para morrer, porque se afastaram e deixaram-me ali no escuro sozinha. Fechei os olhos e conseguia ouvir muitas vozes: a minha mãe, a dizer-me para ser corajosa, o meu pai, a dizer-me que eu era a princesa, os meus irmãos, a minha tia, o Tiago a dizer-me que queria ficar comigo para sempre. Porque é que eu ia perder isso na minha vida? Não podia. Aquelas coisas eu ia viver ainda, eu merecia! Fechei os punhos e abri os olhos de repente, a suster a respiração. a miha varinha estava a flutuar à minha frente. Como? Não importava. Peguei nela e num último esforço, que eu esperava que funcionasse, agitei-a:

- Ascendium!

Fui logo elevada, estava a ser puxada para cima. Talvez não morresse. Senti o ar na minha cara de repente e respirei aliviada. Ouvi pessoas a gritar e outras a baterem palmas. Não sabia se era para mim mas também não queria saber. Vi o Tiago e ele veio a correr para mim preocupado mas com um sorriso.

- Mor. Estás bem?

Queria responder-lhe, mas não conseguia, ainda estava atordoada. Ele estava gelado, e eu não tinha uma manta para aquece-lo.

- Vem cá.

Disse-lhe e agarrei-o. Eu tinha poderes, agora podia usa-los. Usei-os e aqueci-o um pouco. Íamos ficar os dois bem. Tudo ia ficar bem. Ele deu-me um beijo no cabelo e eu sorri. Vi os meus pais e os meus irmãos correrem para mim com sorrisos. Pelos vistos eu ainda tinha conseguido o tempo certo, dentro de uma hora. Sim, mais uma vez eu tinha conseguido. Encostei-me ao Tiago e fechei os olhos. Por agora só queria dormir. Mais tarde eu podia saber os resultados.
I Learned That Courage Is Not The Absence Of Fear But The Triumph Over It


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Re: Segunda Prova - A Água

Mensagem por Alexis S. Mars em Ter 30 Jul 2013, 22:28



All or nothing...





Era o dia da segunda prova e mal tinha dormido na noite anterior. Não encontrava nenhuma posição confortável para adormecer e a conversa com o Tiago não me saia da cabeça e com a hora a aproximar-se aquela sensação que tudo pode acabar num momento para o outro estava a tomar conta de mim e pânico ia-se instalando ao poucos e poucos.
Quando estava na hora de prova, já estava na tenda dos concorrentes à espera que me chamassem.
Dois minutos antes da prova começar um funcionário entregou um pergaminho a um de nós.

“ Amores vem e vão
Apenas o verdadeiro
É pra toda a vida
Resta saber qual o verdadeiro.

Existem muitos tipos de amor,
De pai e mãe,
De amigo e amiga,
Ou aquelela amizade que amadurece
E se torna algo mais.

Todo amor é como chama
Que precisa ser alimentada pelo ar.”

"Água ou fogo, só sei que vai estar alguém em perigo." pensei
- Campeões. - disse o mesmo funcionário ao entrar na tenda. - Venham comigo, está na hora. - assim que acabou de falar deu meia volta e foi-se embora connosco atrás dele. Não tinha dito uma única palavra a nenhum dos concorrentes durante a manhã toda.
O funcionário dirigiu-nos até à arena. Assim que entramos naquele enorme campo relva verde separamo-nos e cada um foi para o seu lugar. Ouviu-se o tão esperado tiro do canhão e deu-se inicio à prova. De um momento para o outro parecia que o tempo tinha parado. Tinha deixado de ouvir o ruído do publico, o barulho da chuva a cair, e só conseguia ouvir o batimento do meu coração, sabia que a prova ia por em alguém em risco mas não tinha a menor ideia de quem tinha de salvar.
Coloquei o relógio a cronometrar uma hora. Tinha só uma hora para salvar a vitima - Vamos a isto. - disse e comecei a correr em frente. Sentia a chuva a cair, a escorrer-me pelo rosto, conseguia ver uns clarões da trovoada e o cheiro a terra a molhada era forte.
À medida que ia correndo conseguia ver um lago e depois disso mais nada via. "É  prova da água, a terceira deve de ser a de fogo." Parecia que estava a correr à cerca de 7, 10 mins quando olhei para trás e vi a distancia que tinha feito, parecia que tinha feito cerca de 1000 metros. A corrida matinal sempre compensava, não estava cansada e ainda não conseguia correr uma boa distancia, e os treinos com a Amber também ajudaram imenso à minha forma física.  
Passado uns 2, 3 mins já estava em frente ao lago e saltei sem pensar no que podia acontecer. Tinha medo de demorar demasiado tempo para salvar o meu refém. Assim que entrei na água senti um choque térmico no meu corpo. A água parecia gelo e custava-me a respirar.
- Cabeça de bolha. - disse com alguma dificuldade.
Uma bolha formou-se em redor da minha cabeça. Comecei a olhar em meu redor para ver o que me esperava e não via nada, o lago era uma escuridão total.
- Lumos. - lancei o feitiço.  E olhei em redor de novo com a varinha na mão e a apontar para todos os lados e só via escuridão e quando apontei a varinha para os meus pés só via plantas e mais plantas. "Bem, deve de ser este o caminho". E comecei a nadar em direcção ao fundo do lago. A cada braçada que dava parecia que o lago estava cada vez mais gelado e as plantas estavam a dificultar demasiado a minha prestação, mas estava demasiado preocupada com o meu refém e tentei nadar o mais rapidamente possível.
Assim que consegui ver umas luzes fracas de várias cores no fundo do lago, comecei a nadar ainda mais depressa até que sentia algo a morder-me na coxa. Olhei para ver o que era.
- Grindylows! - Senti outra mordedura, e ardia-me onde estavam a cravar os dentes apesar da água estar gelada. Vi algum sangue a dissipar-se na água enquanto eles me mordiam com mais força.
- Stupefy, Stupefy, Stupefy... - dizia e apontava com a varinha para os Grindylows que via. Nadei mais um pouco com a minha coxa e costas a sangrarem...
Quando cheguei perto das caixas vi que eram quatro, quer dizer oito. Quatro baús e quatro caixas com pessoas lá dentro, e cada uma irradiava a cor de cada equipa da escola. Por isso, dirigi-me para aquela que tinha a luz verde.
Arrependi-me na hora, cada um dos baús tinha dois krakens com o triplo do meu tamanho. "O que faço?", pensei quando me consegui esconder atrás de umas plantas.
- Nox. - disse quando vi o sangue na água, não podia deixar que o vissem, nem a luz da varinha.
Apontei a varinha ao corte que tinha na coxa - Asclépio. - e senti a pele a cicatrizar e com alguma dificuldade fiz a mesma coisa ao das costas. "Bem, agora é só concentrar-me nos Krakens."
O meu cérebro foi buscar todos os feitiços que conhecia, um por um e o que eles faziam.
- Impedimenta! - apontei com a varinha a um dos Krakens o que o deixou lento e rapidamente lanço o mesmo feitiço ao outro Kraken. - Petrificus Totalus! - gritei e apontei com a varinha aos dois. Vi os Krakens a congelarem e a serem levados pela fraca corrente do lago.
Fiz o meu caminho até ás caixas e a água estava tão gelada que já não conseguia sentir o meu próprio corpo.
Olhei para dentro da caixa de cristal e vi que era a Natacha a minha refém.
- TACHA! - disse animada.
- TIRA-ME DAQUI!!! - gritou ela de dentro da caixa.
- Já sei, já sei... - respondi-lhe enquanto procurava uma solução para a levar para a superfície, juntamente com o baú.
Vi que a caixa onde a Tacha estava tinha o que parecia ser um puxador, mas o baú não tinha nada... "Vamos lá.", peguei no baú e coloquei-o debaixo do meu braço esquerdo e com o mesmo braço puxei pela caixa de cristal onde estava a Natacha, ficando com o braço direito livre para nadar.
- Lumos. - disse novamente. Tinha de atravessar aquelas plantas todas e já sabia que ia haver Grindylows pelo meio, por isso preparei a varinha na mão direita e comecei a nadar pelo meio das plantas e a conjugar o feitiço Stupfey sempre que via algum Grindylow.
Enquanto subia conseguia notar a diferença na temperatura da água.
No momento em que cheguei à superfície com o braço dorido e praticamente sem forças, fiz mais um pequeno esforço e fui até à relva.
Pousei a caixa de cristal em que a Natacha estava, vi a caixa a desfazer e a Tacha a levantar-se. Entratanto já tinha colado o baú em cima da relva quando vi a Tacha à beira da margem do rio a ajudar-me a subir.
- Estás bem? - perguntei-lhe.
Ela abanou com a cabeça num sinal afirmativo.
Peguei no baú e vi que era preciso chave... - Por acaso eles não te deram nenhuma chave, pois não? - perguntei esperançosa.
- A sério que não tens a chave Lexis?! - Olhou para mim e de seguida para o baú.
Lancei um feitiço para abrir o baú e vi que lá dentro estava uma manta, um cantil e uma garrafa com chocolate quente.
Tirei a manta e pó-la por cima da Tacha e entreguei-lhe a garrafa com chocolate quente.
E o meu relógio apitou dizendo que a hora tinha acabado.







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