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3ª Prova - Ar

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3ª Prova - Ar

Mensagem por Escola de Magia PT em Sab 17 Ago 2013, 17:31






Prova da Ar
DEVE SER POSTADA DIA 24 DE AGOSTO
A Descrição da Arena

A arena do elemento Ar é um grande terreno descampado, sem elevações ou baixios, que parece não ter fim devido ao denso nevoeiro.
O clima está em constante mudança e vai variando de lugar para lugar, pelo que num momento poderão estar a ocorrer fortes trovoadas e no seguinte um Sol abrasador queimar como fogo, mas a névoa permanece. Aos olhos dos concorrentes, o terreno aparenta estar em mudança, mas é apenas uma ilusão provocada pela parecença dos vários pontos e pela falta de visão permitida pelo nevoeiro, que encobre grandes pedras, árvores de variados tamanhos e espécies, algumas poças de água no chão com perto de 3 metros de comprimento e todo o tipo de obstáculos que fazem os concorrentes sentir-se perdidos e não saberem por onde seguir.
Com o seu ninho em forma de lágrima escondido no topo de um pequeno salgueiro, está uma fémea de Agoureiro e as suas quatro crias a emitir o seu choro. Os agoureiros são aves conhecidas pelo seu choro, que diz-se anunciar a morte mas que na realidade apenas anuncia a chegada de chuva. As quatro crias, protegidas pela sua progenitora (que apesar de ser uma espécie inofensiva, as protegerá atacando qualquer inimigo) têm uma pequena bolsa de couro de Briba com um cordão de cada cor atado á pata, que só poderá ser aberta pelo concorrente da respetiva equipa e que lhe irá ser uma ajuda preciosa. Dentro da bolsa, um pergaminho tem o seguinte escrito:
"O caminho certo é evidente
aos olhos destapados.
Aqueles que o seu fim querem encontrar
com o mais improvável se irão deparar.
Pois nem tudo o que existe é visível
e o pior cego é aquele que não quer ver.
Dos vários caminhos
Qual irá escolher?”




Após a árvore, os concorrentes irão deparar-se com um caminho, o único não coberto pelo nevoeiro, que deverão seguir. Tudo á sua volta continuará com o mesmo denso nevoeiro e apenas aquela área estará livre.
Após os concorrentes andarem cerca de um quilómetro daquele caminho “sem fim”, irão deparar-se com uma bifurcação onde terão que optar por um caminho. O primeiro caminho, livre de nevoeiro e aparentemente mais fácil de atravessar, mas está repleto de obstáculos; o segundo, com o denso nevoeiro e de onde ouvem-se sons parecidos com os de um macaco, mas não tem nenhum tipo de obstáculo. A fonte dos sons são Deminguises, criaturas inofensivas que tê uma pelagem distinta, com capacidade de se tornarem invisíveis e muito utilizada no fabrico de capas da invisibilidade. Essa criaturas, á beira do segundo caminho, irão atirar-se para cima dos concorrentes, andando de um lado para o outro a fazer “macacadas”.
Após os concorrentes seguirem por um dos caminhos, começarão a ouvir um canto distante, cada vez mais perto consoante a proximidade ao fim e ao chegarem ao fim do caminho, encontrarão uma Banshee.
A Banshee terá duas varinhas em mãos: uma de sabugueiro, outra de carvalho, e os concorrentes terão que escolher a certa, para assim voltarem á tenda. Caso escolham a de sabugueiro, três dementors virão do nada e de qualquer direção até ao concorrente; caso escolham a de carvalho, serão levados em segurança até á tenda, pois esse é o único botão de transporte.

Pontos a observar

- Uma garrafa de água;
- Duas barras energéticas;
- Um pergaminho com o poema;


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Nota dos Jurados:
como o template que usam (não interessa se usam ou não, só não queremos é letras pequenas) e com o português. Descrevam tudo o que conseguem. Boa sorte.

Thanks [Somente administradores podem ver este link]

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Re: 3ª Prova - Ar

Mensagem por Charlotte Lovato em Seg 26 Ago 2013, 01:59



Campeã dos Gryffindor
Charlotte Lovato - Torneio Quadri-Feiticeiro, Ar


No fim de algum tempo a seguir à prova da Água, era a vez da prova do Ar, que na minha opinião também não seria nada fácil. Comecei a preparar-me mentalmente para o desafio, e antes de ouvir o sinal de que a prova iria começar em alguns segundos, disse para os meus colegas: - Boa sorte, espero ver-vos depois! – sorri-lhes e depois entrei para a arena.

Assim que pus os pés na arena, esta mudou completamente. Onde antes estivera uma arena cheia de espectadores, estava agora um terreno descampado que nem sequer dava para ver se tinha fim ou não, por causa do nevoeiro em que a arena se encontrava. Isto iria complicar imenso o nosso percurso pois teríamos de ter cuidado para não cair em nenhuma armadilha das que deviam estar espalhadas ao longo do desafio. Comecei a andar com alguma pressa, mas ao mesmo tempo com algum cuidado e isto sempre com a varinha apontada para o longo caminho, pois aquele nevoeiro não levantava nem por nada. De repente começou a fazer um sol abrasador, portanto tinha de dar à sola das sapatilhas se não queria morrer queimada.

Comecei a correr e no fim de já ter corrido uns bons metros, parei para respirar um pouco.

– Aii que horror, isto não está fácil – falei em voz alta. E realmente aquilo não estava a ser, como já tinha a garganta seca e começava a sentir falta de água, tirei a minha garrafa da mala, abri-a e depois comecei a beber até me saciar. Depois de ter matado a sede, pus-me ao caminho. Não sabia muito bem o que iria encontrar com aquele nevoeiro, mas fosse o que fosse, não iria ser pera doce. Depois de ter andado um bom bocado e de ter passado por algumas pedras e por algumas poças de água, localizei então o salgueiro que nos tinha sido mencionado. No topo deste, estava um Agoureiro fémea e as suas quatro crias a chorarem. Estes pássaros davam-me um bocado de receio, além do choro ser insuportável, isto também significava que ia começar a chover, o que não era coisa boa. Tinham-nos dito que aquelas quatro crias estavam a proteger algo que nos iria permitir passar para a última prova, portanto tinha de pensar numa maneira de chegar lá acima, sem que aquelas me atacassem.  


- E agora, como é que eu chego lá acima?! – disse e depois bati na testa devagar, como se já soubesse a resposta. – Mas é claro, como é que ainda não tinha pensado nisto? – disse em voz alta e depois murmurei: - Accio Firebolt – ouvi um barulho que provavelmente seria da vassoura e olhei para todos os lados, na tentativa de a encontrar. Passados alguns minutos encontrei-a e montei nela, começando a subir para chegar ao topo da árvore. Quando lá cheguei, reparei que aquelas aves em miniatura estavam a guardar cada uma, uma bolsa, que estava presa com um cordão de cada cor à pata, provavelmente seria uma bolsa para cada concorrente. Ainda montada em cima da vassoura aproximei-me devagar da cria que tinha o cordão da cor dos Gryffindor e num ato de rapidez, desatei o cordão da pata da ave. Seguidamente, para que não corresse nenhum perigo, afastei-me das crias e do Agoureiro fémea e desci até ao chão, com a bolsa na mão. Pousei a vassoura no chão, virei a bolsa ao contrário e despejei para a minha mão o que lá estava. Vi um pergaminho vir direito à minha mão e entretanto abri-o e li-o.


Quando acabei de ler o poema, coloquei-o novamente dentro da bolsa, pus esta dentro da minha mala e a seguir tirei uma barra de cereais lá de dentro. Abri-a, comi-a em duas ou três dentadas e depois pus o papel para dentro da minha mala novamente. Estava mesmo a precisar de forças para pensar e para me manter em prova, esta só ainda agora estava a meio, por isso tinha de poupar a minha última barra de cereais para a comer quando fosse estritamente necessário. Tirei a garrafa de água de dentro da mala, abri-a, bebi dois ou três goles, voltei a pô-la lá dentro, peguei na vassoura que estava no chão e segui o caminho com ela na mão. Como a prova ainda estava um bocado longe de terminar tinha de continuar o meu percurso. Olhei para o local e apenas encontrei uma área livre, do nevoeiro que já começava a ser familiar. Comecei a caminhar em direção aquela área e continuei a fazer o mesmo até já ter andado mais ou menos cerca de um quilómetro. Ao fim de ter andado aquilo tudo, defrontei-me com uma bifurcação, ou seja duas opções de caminhos que poderia seguir. O primeiro não tinha nevoeiro, mas como eu não era burra, pensei automaticamente que este caminho poderia estar livre do nevoeiro, mas em contrapartida poderia ter alguns obstáculos no meio, pelo que me fez optar pela segunda opção. Se eu já havia ultrapassado um nevoeiro até chegar aqui, mais um bocado não me ia fazer mal, o que me estava a deixar intrigada eram aqueles barulhos que pareciam macacos.


Fui pelo segundo caminho como já tinha optado e depois senti alguma coisa a saltar-me para cima. Dei um grito e depois comecei a sacudir algumas criaturas que teimavam em querer saltar-me para cima. Depois de ter passado por estas criaturas, caminhei alguns metros e comecei a ouvir um canto. Comecei a correr e à medida que me ia aproximando mais, este canto ia ficando mais alto e mais percetível. Olhei para aquela criatura que tinha duas varinhas na mão e perguntei-me o que significava aquilo. Antes de tentar perceber o que aquilo significava, tirei a minha última barrinha de cereais da mala e comi-a, recuperando algumas energias. Suspirei, virei-me para a Banshee e olhei para as varinhas. Uma delas tinha que ser alguma espécie de botão de transporte, pois esta prova estava no fim, só teria de escolher bem a varinha.

- Olá, eu quero essa varinha - apontei para a de sabugueiro e fiquei à espera que ela ma desse. Assim que ela me deu, senti um formigueiro na barriga como se estivesse a levantar vôo e quando dei por mim, já estava outra vez na arena.

- Boa, consegui – disse animada. Olhei para os meus colegas e a seguir acenei-lhes. Mais uma prova chegava ao fim, a próxima seria “A prova”.  



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Re: 3ª Prova - Ar

Mensagem por Convidado em Sex 13 Set 2013, 18:29





Zoey R. Malfoy - Campeã dos Ravenclaw




[blur]
Hoje era o dia da terceira tarefa. Sim, mais uma vez, estava com medo. Mais uma vez eu preferia estar em casa na minha cama a ver televisão e a comer um grande bolo de chocolate daqueles com pepitas de chocolate também. Mas não. Em vez disso estava, novamente, a ir em direcção à morte (no pior dos cenários).

- Bom dia.

Desta vez tinha chegado a horas. Não queria sofrer represálias por vir fora do tempo e ser prejudicada por pensarem que me queria armar em boa. Não queria. Depois de nos explicarem o que tínhamos de fazer (ou metade do que tínhamos que fazer) saímos um a um da tenda. Estava imenso nevoeiro ali, não se via mesmo nada à frente, apenas um fumo denso. Era normal dado que esta era a prova do ar. Sinceramente não fazia ideia do que esperar dali.

- Bem... Boa sorte.

Disse eu um bocado com voz esganiçada para o soutros concorrentes e depois também eu, de varinha na mão, parti para o desconhecido no nevoeiro.

- Hum... Isto parece-se demasiado com aquele filme que eu vi uma vez.

Esse filme chamava-se mesmo "o nevoeiro", e aparecia tipo um polvo gigante que matava todos, mas eu achei o filme ridículo. Bem... Agora que era na situação não achava mais tão ridículo.

- Lumos!

Disse e usei a varinha para conseguir ver alguma coisa, mas continuava tudo cheio de nevoeiro. Depois comecei a ouvir alguns barulhos ao longe. Não conhecia o som, pelo menos ao ouvi-lo as primeiras vezes, mas era contínuo e começava a ser irritante. E o pior é que nem dava para perceber muito bem de onde é que ele vinha. Continuei a andar, com o coração aos saltos por estar a caminhar no desconhecido. Estava cheia de dores de cabeça e não conseguia pensar como deve ser, mas tinha de continuar. Comecei ao longe a ver algo que ficava mais escuro, uma forma estranha. E o barulho vinha de lá. Só podia vir.

- Mas o que...?

Claro, só podia ser! Era um grupo de pequenos Agoureiros. Mas estavam sozinhos.

- Hum... A mãe nunca os deixa sozinhos muito tempo.

Falei baixo para mim mesma. Sabia que tinha de ir lá porque havia algo que os concorrentes tinham de guardar e que iria ajudar na conclusão da prova. Aproximei-me devagar, sem fazer barulho. O som que eles faziam era ensurdecedor mas ao mesmo tempo tornava-se anestesiante. Tinha uma oportunidade para me aproximar deles e tirar o que precisava, indo depois embora. As pessoas julgavam super mal estas criaturas. Elas até eram bem bonitas.

- Deixem-me só... Tirar isto...

Disse baixo enquanto me aproximava deles par retirar a fita azul, a que era parte da minha equipa. Até aqui tudo bem. Consegui retira-la e guardar a bolsa, embora eles me tentassem bicar. Tirando isso até eram amorosos. Sorri aliviada, pensando que me devia apressar, mas uma sombra apareceu mesmo por cima de mim. Em círculos. Emitia um ruído três vezes maior que as crias. A progenitora.

- Ai porra!

Disse assustada a tentar sair dali depressa. Ao correr para fugir dali - embora não fizesse a mínima ideia de para onde estava a correr. Cada vez me doía mais a cabeça e a minha visão não estava lá muito boa.

- Não!

Quase gritei quando tropecei e caí num das enormes poças de água que estavam por todo o lado naquele caminho desde que entrata na prova e perdi a mina varinha. Não conseguia vê-la, tentei apanha-la com as mãos mas uma investida sobre mim mandou-me ao chão, derrubando-me de costas. Arquejei, com o coração acelerado do medo, e voltei a tentar procurar a varinha. Consegui encontra-la, mas não me ia safar dali assim. Não me consegui lembrar de nenhum feitiço e não queria, de maneira nenhuma. Atirei simplesmente faíscas vermelhas para o céu, na esperança de que me viessem buscar e acabar com isto. Mas não consegui aguentar. Comecei a ver tudo branco, ainda mais do que já estava, e a minha cabeça começou a girar sem parar, até eu cair no chão inconsciente. Não sei quanto tempo estive assim, mas acordei na enfermaria. Demorei apenas uns segundos a aperceber-me do que tinha acontecido.

- Não...

Quem teria ganho esta tarefa? Eu não, de certeza. Mas estava viva, e dava graças por isso. Deus, ia ouvir tanto ralhar de algumas pessoas. Com este pensamento bufei frustrada e pus o lençol por cima da cabeça. Fora a minha pior prova até agora. Grande treta.


I Learned That Courage Is Not The Absence Of Fear But The Triumph Over It


Convidado

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Re: 3ª Prova - Ar

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