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Livro de História da Magia: Guerras e Conflitos Mágicos vol. I

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Livro de História da Magia: Guerras e Conflitos Mágicos vol. I

Mensagem por João Soares em Seg 09 Set 2013, 00:05





Guerras e Conflitos Mágicos vol. I





Europa


Capítulo 1 : A soberania gaulesa





Os gauleses são um conjunto de Povos Celtas que habitavam a região da Gália, hoje compreendida na França, Bélgica e Itália setentrional proto-histórica. A maior parte da população gaulesa era composta por feiticeiros ou mestiços. Naquele período os feiticeiros não necessitavam se esconder dos muggles e era inclusive bem vistos na sociedade como um todo. Isto ocorreu por volta de 800 a.C.. Eles dividiam-se em tribos ou povos cujo o líder era o feiticeiro com maior poder, maior experiencia e maior acúmulo de riquezas.
Cada tribo gaulesa tinha cultura e tradições próprias. Os Sókiers foram uma tribo gaulesa que ficou bastante conhecida pela "domesticação" das mantícoras, criaturas extremamente perigosas e capazes de disparar espinhos venenosos. Eles usavam o veneno no preparo de poções mágicas e também no combate contra os inimigos. Arqueólogos ligam as civilizações gaulesas à civilização celta La Tène (intitulada assim por causa do sítio encontrado no lago Neuchâtel, Suíça). Isto ocorreu devido a forma como foram conservadas as especiarias que se mantiveram intactas e prontas para consumo mesmo após milênio terem se passado e aos desenhos encontrados nos objetos de cerâmica datados deste período e atribuídos a estes povos.



* Queda da Gália


No início do século III a.C., os gauleses invadiram a Grécia para expandir seu território e escravizar gregos e roubar a magia, poções da família do Imperador, incluindo ele próprio. Isto ocorreu sob o comando da comandante do exercito principal a Winifreda, o que naquele período era tido como um ultraje, visto que apenas homens adentravam ao exercito e mulheres tinham fama de darem azar em campos de batalha. Entretanto, apesar de manter um corpo jovem, Winifreda possuía dons de magia bastante avançados para sua época, bem como era dotada de uma inteligencia e habilidades de guerrilha superiores ao de qualquer um da Gália. Ela liderou o exercito passando pela Ásia Menor e ocuparam uma região do interior a qual chamaram de Galácia.
Os gauleses, apesar de não estarem unificados eram independentes. Possivelmente este foi um fator muito importante para eles acabarem por não ter sucesso na invasão à Grécia. Eles foram derrotados militarmente pela República Romana em duas etapas: o sul da Gália Transalpina foi conquistado pelos romanos e tornou-se a província romana da Gália Narbonense, em fins do século II a.C. Já o norte da Gália (que Júlio César chamava Gallia comata, "Gália cabeluda") foi subjugado pelas legiões sob comando daquele general romano no período 58-51 a.C. O momento culminante da campanha foi a derrota da coalizão gaulesa chefiada pelo arverno Vercingetórix, em Alésia, em 52 a.C. Ao que parece, a pacificação completa dos gauleses não foi obtida senão durante o reinado de Augusto.
Tanto o Imperador Júlio César quando o Imperador Augusto, tiveram como conselheiro real o mesmo feiticeiro, Marcius. Este feiticeiro, entretanto não tão famoso quanto seus imperadores foi o principal responsável pelo planejamento das batalhas contra os gauleses e pela expansão do Império Grego.
Os gauleses dividiam-se em povos, um total de 44 na época da conquista romana. Formavam a Gália celta e foram incorporados à chamada Gália romana. Abaixo, apresenta-se uma lista não-exaustiva de povos gauleses, com as respectivas capitais, à época da morte de Augusto, em 14 d.C. Note que as denominações dos povos deram origem, em muitos casos, ao nome atual da região ou cidade.


Na Gallia comata
-Civitates Foederatæ ("cidades federadas"), unidas a Roma e isentas de impostos:
-os Haedui, capital Augustodunum (Autun)
-os Carnuti ou carnutes ou carnutos, capital Autricum (Chartres)
-Civitates Liberæ ("cidades livres"), recompensadas por sua fidelidade:
-os Segusiavi, capital Forum Segusiavorum (Feurs-Loire)
-os Viducasses ou viducasses, capital Aragenua (região: Calvados);
-os Meldi ou meldos, capital Iatinum (Meaux)

Civitates Stipendiariæ, as demais:
-os Abrincatui ou abrincátuos ou abrincatenos ou abrincates, capital Ingena (Avranches)
-os Agnutes
-os Ambilatres
-os Andecavi ou andecavos, capital Juliomagus (Angers)
-os Aulerci Eburovicii ou aulercos eburovices, capital Mediolanum Eburvicum (Le Vieil-Évreux)
-os Aulerci Cenomani ou aulercos cenomanos, capital Suidinum (Le Mans)
-os Aulerci Diablintes, capital Noviodunum (Jublains)
-os Baiocasses ou baiocasses, capital Augustodurum (Bayeux)
-os Caletii ou caletes ou caletos, capital Juliobona Lillebonne e Caracotinum (Harfleur)
-os Coriosilitae, capital Arvii depois Fanum Martis (Corseul)
-os Lexovii ou lexóvios, capital Noviomagus (Lisieux)
-os Namnetes ou namnetes, capital Condenvincum (Nantes)
-os Osismii ou osismos, capital Vorgium (Carhaix)
-os Parísios, capital Lutécia (Paris)
-os Pictoni ou píctones, capital Limonum (Poitiers)
-os R(h)edones ou rédones, capital Condate (Rennes)
-os Senones ou sênones, capital Agendicum (Sens)
-os Turoni ou túrones, capital Caesarodunum (Tours)
-os Tricassii ou tricasses, capital Augustobona (Troyes)
-os Unelli ou unelos, capital Crouciaconum (Carentan)
-os Veneti, capital Dariorigum (Vannes)
-os Veliocassii ou veliocasses ou veliocassos, capital Rothomagus (Rouen).

Na Gália Aquitânia
-os Albigenses ou albigenses (capital: Albi)
-os Cadurci ou cadurcos (região: Quercy; capital: Cahors)
-os Ruteni ou rutenos (região: Rouergue; capital: Rodez), não confundir com a etnia eslava dos rutenos
-os Lemovici ou lemovices ou limosinos (região: Limousin)
-os Arverni ou arvernos (região: Auvergne; capital: Gergovia)
-os Vellavi ou velávios (região: Velay)
-os Bituriges ou bitúriges (região: Berry)
-os Aginnenses, depois Nitiobrogii; capital Aginnum (Agen),
-os Bituriges viviscos ou bitúriges viviscos (região: Bordelais; capital: Bordéus),
-os Santones ou sântones (região: Saintonge; capital: Saintes)
-os Petrocorii ou petrocórios (região: Périgord; capital: Périgueux)
-os Pictones (região: Poitou).

Na Gália Belga
-os Remi ou remos, capital Durocortorum (Reims), capital da Gália Belga durante a época romana.
-os Atrebates ou atrébates, capital Nemetocenna (Arras)
-os Bituriges Cubas ou bitúriges cubas, capital Avaricum (Bourges),
-os Eburones (eburões) ou Tungri, capital Aduatuqua (Tongeren)
-os Leuci ou leucos, capital Nasium (Naix) e Tullum (Toul),
-os Morini ou mórinos, capital Tarvenna (Thérouanne)
-os Nervii ou nérvios, capital Bavacum (Bavay)
-os Treveri ou tréveros, capital Augusta Treverorum (Trier)
-os Viromandui, capital desconhecida.

Povos da Provincia Romana
-os Vocontii ou vocôncios, vizinhos dos Allobroges (capital Vasio / Vaison-la-Romaine),
-os Volcae Arecomici ou volcas arecômicos (capital Colonia Augusta Nemausus / Nîmes),
-os Volcae Tectosages ou volcas tectósages ou tectósagos (capital : Tolosa).

Outros povos gauleses
-os Allobroges ou alóbroges (capital Vienna / Vienne (França))
-os Ambarri ou ambarros
-os Bellovaci ou belóvacos (capital Cæsaromagnus / Beauvais),
-os Cadurci ou cadurcos (capital Cahors)
-os Cavares
-os Ceutrones ou cêutrones
-os Gabales ou gábalos (capital Anderitum / Javols)
-os Mediomatrices ou mediomátricos (capital Dividunum / Metz)
-os Medullos ou médulos
-os Menapii ou menápios
-os Sequani ou séquanos.


Língua

Língua gaulesa
'Gaulês ou Língua gaulesa é o nome dado à língua celta falada na Gália antes do latim vulgar, que se tornou dominante com a conquista da Gália pelo Império Romano. De acordo com Júlio César em seu Commentarii de Bello Gallico, o gaulês é uma das três línguas faladas na Gália, junto com a aquitânio e as línguas germânicas. O gaulês é parafileticamente agrupado com o celtíbero, o lepôntico, o gálata e o celta continental.


*Gauleses Famosos

Asterix e Obelix foram bruxos guerreiros muito famosos que viveram por volta do ano 50 a.C. numa aldeia gaulesa da Périgord (Gália Aquitânia) próxima a capital  Périgueux. O rei ou chefe da aldeia na época era Abracourcix, um bruxo forte, porém covarde. Nunca ia aos campos de batalha, sendo assim, seus leais e principais súditos a travarem guerras contra os romanos em prol da defesa da aldeia serem Asterix e Obelix.
Eles organizavam os exércitos e iam para as linhas de frente. Asterix era o inteligencia e Obelix força. Neste período, toda a Gália estava ocupada pelos romanos, com exceção da aldeia onde moravam.


-Asterix, o herói gaulês e o melhor amigo de Obelix. O seu nome provém da palavra francesa asterisque (asterisco).
-Obelix, o distribuidor de menires e o melhor amigo de Asterix. Adquiriu força sobre-humana permanente ao cair dentro de um caldeirão cheio de poção quando era um bebê. Adora o cachorrinho Idéiafix, o qual o acompanha em suas aventuras com Asterix. Só pensa em duas coisas: comer javalis e bater nos romanos. Seu nome provém do francês obelisque (obelisco), relativo ao seu trabalho com menires.
-Panoramix, o velho druida que aconselha Asterix, Obelix e o chefe Abracourcix – é o único a saber preparar a poção mágica. O seu nome provém do francês panoramique (panorâmico).
-Matasetix ou Abracourcix (no original, Abraracurcix), é o chefe da aldeia. O seu nome provém do original francês à bras raccourcis (braço partido), em português evoca "abra um curso".
-Cacofonix ou Chatotorix, (no original, Assurancetourix), o bardo. Um péssimo cantor, mas um bom companheiro. O seu nome provém do francês assurance tous risques (seguro contra todos os riscos).
-Idéiafix (no original, Idéfix), o cão–mascote da aldeia. O seu nome provém do francês ideé fixe (ideia fixa).
-Prolix, o profeta charlatão. O seu nome provém de prolixo.
-Decanonix ou Veteranix (no original, Agecanonix), o habitante mais idoso da aldeia (conta 93 anos), também conhecido como Geriatrix em algumas versões. O seu nome provém do francês age canonique (idade canônica).
-Éautomatix ou Automatix (no original, Cétautomatix), ferreiro que sempre critica a qualidade dos peixes vendidos por Ordenalfabetix. O seu nome provém do francês c'est automatique (é automático).
-Ordemalfabetix ou Ordenalfabetix (no original, Ordralfabetix), o peixeiro que sempre está brigando com Automatix por causa de suas críticas. O seu nome provém do francês ordre alfabetix (ordem alfabética).
-Júlio César, o majestoso e inteligente imperador romano, inimigo dos gauleses.
-Boapinta ou Naftalina (no original, Bonemine), é a mulher de Abracurcix, sempre arrependida de ter casado com este. Seu nome, no original (Bonemine), vem do francês bonne mine, significando "estar em forma", "estar bem", "disposta".
-Níveax, conhecida por falar apenas por meio de adivinhas, é a irmã caçula de Boapinta. É uma menina esperta que gostaria de ter nascido menino e fica sempre a espionar Panoxamix para lhe tentar roubar a poção da força.


* Asterix e Obelix hoje


É impossível as crianças bruxas de hoje não terem ouvido o nome desses dois grandes bruxos célticos. Isso tudo se deve ao cartoonista francês e um dos fundadores da Merlin Magazine, o François Leroy. Seus desenhos ganharam notoriedade em 1989, mesmo ano em que o Governo Mágico Francês e o Governo Mágico Português assinaram o Tratado de Larus. Tratado econômico e acerca de aparatação de um território para outro sem necessidade de 2ª nacionalidade ou passaporte, sendo necessário apenas algum documento de identificação com foto.



(- Fábio, Sofia e Joana podem editar à vontade e incluir textos e capítulos. Este será o livro apenas relacionado a Europa e é o volume 1, possivelmente para uso do 1º ano escolar. Algumas informações foram tiradas da internet (wikipédia) para dar mais veracidade aos fatos inventados que fazem parte da maioria do texto. Razz
- Capitulo completo.)





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Re: Livro de História da Magia: Guerras e Conflitos Mágicos vol. I

Mensagem por João Soares em Qui 12 Set 2013, 13:37



Capítulo 2: Marco Zero



Se você conhece algum muggle cristão com certeza já deve ter ouvido falar em Jeová, o Messias, o Salvador do Mundo, ou melhor dizendo, já deve ter ouvido falar em Jesus Cristo. Para a cristandade, Jesus é tão importante quanto Merlin é para nós bruxos. A vida de Jesus foi narrada em 27 livros que constituem o Novo Testamento de um grande livro chamado Bíblia Sagrada e que é o livro mais vendido e mais lido do mundo. O ano em que ele nasceu é conhecido como "marco zero" para os Cristãos/Ocidentais, logo, passa-se a contar os anos a partir do nascimento dele.


*A verdade sobre Jesus Cristo


  • "A genealogia de Jesus Cristo

    1 - Registro da genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão:
    2 - Abraão gerou Isaque;
    Isaque gerou Jacó;
    Jacó gerou Judá e seus irmãos;
    3 - Judá gerou Perez e Zerá,
    cuja mãe foi Tamar;
    Perez gerou Esrom;
    Esrom gerou Arão;
    4 - Arão gerou Aminadabe;
    Aminadabe gerou Naassom;
    Naassom gerou Salmom;
    5 - Salmom gerou Boaz,
    cuja mãe foi Raabe;
    Boaz gerou Obede,
    cuja mãe foi Rute;
    Obede gerou Jessé;
    6 - e Jessé gerou o rei Davi.
    Davi gerou Salomão,
    cuja mãe tinha sido
    mulher de Urias;
    7 - Salomão gerou Roboão;
    Roboão gerou Abias;
    Abias gerou Asa;
    8 - Asa gerou Josafá;
    Josafá gerou Jorão;
    Jorão gerou Uzias;
    9 - Uzias gerou Jotão;
    Jotão gerou Acaz;
    Acaz gerou Ezequias;
    10 -Ezequias gerou Manassés;
    Manassés gerou Amom;
    Amom gerou Josias;
    11 -e Josias gerou Jeconias
    e seus irmãos
    no tempo do exílio
    na Babilônia.
    12 -Depois do exílio na Babilônia:
    Jeconias gerou Salatiel;
    Salatiel gerou Zorobabel;
    13 -Zorobabel gerou Abiúde;
    Abiúde gerou Eliaquim;
    Eliaquim gerou Azor;
    14 -Azor gerou Sadoque;
    Sadoque gerou Aquim;
    Aquim gerou Eliúde;
    15 -Eliúde gerou Eleazar;
    Eleazar gerou Matã;
    Matã gerou Jacó;
    16 -e Jacó gerou José,
    marido de Maria,
    da qual nasceu Jesus,
    que é chamado Cristo.
    17 -Assim, ao todo houve catorze gerações de Abraão a Davi, catorze de Davi até o exílio na Babilônia, e catorze do exílio até o Cristo.
    "


O texto em destaque é uma compilação de Mateus (1; 1-17), parte integrante da Bíblia Sagrada (Novo Testamento) e narra a árvore genealógica de Jesus (o outro nome designado a ele é Emanuel). Se notar bem, a maioria dos citados foram nomes de heróis bruxos ou de clarividentes (também conhecidos como profetas).
Mas jesus era um bruxo? Sim, isso mesmo! Jesus, o enviado, era um feiticeiro. E um dos melhores por sinal. Profecias são algo bastante comuns no mundo bruxo, e uma das mais famosas é a "O Garoto que sobreviveu" referente a Harry James Potter e seu confronto final com Tom Servolo Riddle (o Lord Voldmort ou Lord das Trevas). Mas Jesus também teve direito a sua profecia como todo grande feiticeiro e derrotou um Grande Mal. O nome de seu opositor era o Serafin Lúcifer, que possui outros nomes como Satanás ou Diabo.
O que os muggles chamam erroneamente de milagres, nós bruxos intitulamos feitiços. Uns mais complexos que outros obviamente, como o "milagre da transformação de água em vinho". Isso pode parecer familiar até a alunos do 1º ano do ensino de magia. Em transfiguração aprende-se um feitiço bem simples que faz exatamente o efeito contrário, "Aguamenti". Possivelmente ele fez uso do feitiço "Viniun", cujo o efeito é transformar água em vinho. Outro feitiço deste grande feiticeiro que entrou para a história foi o da "Noite dos Peixes", onde ele e seus discípulos foram ao mar e ele caminhou nas águas. Em seguida, fez com que os peixes subissem a superfície para que fossem pescados. Alguns feitiços conhecidos poderiam muito bem terem sido usados, são eles: Winggardium leviiosa, Locomotion e Ascendio. Entretanto, não se escapa a hipótese de ter sido usado um feitiço antigo do tipo mudo.


*Tragetória



Assim como as verdadeiras "Bruxas de Salen" escaparam da fogueira, Jesus escapou da crucificação.





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