Mais da Administração
Foruns de Ajuda
Parceiros
Créditos
• Tablilla hecha por Hardrock de Savage Themes.
• Design criado por Joana Duarte. • Agradecimentos: Devianart; Savage Themes; Pottermore;

Quarta Prova - O Fogo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

Quarta Prova - O Fogo

Mensagem por Dir. Joana Potter W em Dom 15 Set 2013, 18:58

Pontuações



Charlotte Lovato - 75/100 de pontos

Agilidade: 66
Astucia: 69
Originalidade: 72
Qualidade do Post: 74



Tiago Azevedo - 28/100 de pontos


Agilidade:
26
Astucia: 28
Originalidade: 28
Qualidade do Post: 28



Zoey Redbird Malfoy - 83/100 de pontos


Agilidade:
53
Astucia: 61
Originalidade: 96
Qualidade do Post: 96




Alexis S. Mars - 16/100 de pontos


Agilidade: 18
Astucia: 16
Originalidade: 16
Qualidade do Post: 15


Informações:
→ Estas pontuações são das 3 provas, uma média das 3.
→ Tiago e Alexis, por não terem postado a vossa nota continuou a ser dividida por 3.
→ A Prova do Fogo será a ultima prova.

[Somente administradores podem ver esta imagem]












Prova do Fogo
DEVE SER POSTADA DIA 22 DE Setembro
A Descrição da Arena

O ambiente é um vasto deserto de lava sólida com alguns vulcões activos. O céu é negro, o ar é quente e pesado dificultando a respiração. Algumas áreas do vasto deserto de lava ainda estão incandescentes. Cerca de vinte-e-cinco quilómetros em frente do ponto de partida existe um castelo em ruínas. O castelo é rodeado por um mar de lava incandescente com seis metros de comprimento em toda a sua circunferência. É também guardado por dois dragões avaliados pelo Departamento de Regulação e Controlo das Criaturas Mágicas como extremamente perigosos, conhecidos assassinos de feiticeiros e impossíveis de treinar ou domesticar (XXXXX):

- Cauda-de-Chifre da Hungria: Fêmea com escamas negras e a aparência de um lagarto. Os seus olhos são amarelos, com chifres cor de bronze e escamas sensivelmente da mesma cor que se projectam para fora da sua cauda enorme. Lança fogo da sua boca a cerca de cento e cinquenta metros. Os seus olhos são cor de cimento e de casca particularmente grossa. Alimenta-se de gansos, carneiros e seres humanos.
- Barriga-de-Ferro Ucraniano: Fêmea (maior que o Cauda-de-Chifre da Hungria) com seis toneladas. As suas escamas são cinzentas, os olhos de um vermelho intenso e as garras particularmente longas e cruéis. Lança fogo da sua boca a cerca de cem metros. Alimenta-se de ovelhas, carneiros e seres humanos.

Ambos os dragões sobrevoam o castelo protegendo o seu conteúdo até a morte.
O castelo é do tipo medieval e esta em ruínas. No seu centro existe uma bancada com um frasco de sangue de dragão, outro com quinze pêlos de demiguise e um último frasco com veneno de lobalug. Existe também uma lareira com lenha e um caldeirão no centro. Ao lado da bancada, esta uma tina com três litros de água.

Existe um mapa protegido por uma fénix, uma ave magnífica do tamanho de um cisne e cor escarlate com uma cauda longa, bico e garras douradas. Ela pode aparecer e desaparecer à sua vontade. O seu canto é mágico e às suas lágrimas têm poderosas propriedades curativas. É avaliada pelo Departamento de Regulação e Controlo das Criaturas Mágicas como perigosa, requerendo o conhecimento de um especialista, um feiticeiro habilitado a lidar com ela devido ao facto de não ser domesticada (XXXX). O mapa que a Fénix carrega desvenda o caminho para o castelo. Ela voa num diâmetro de quinze quilómetros a partir do ponto de partida.

Os campeões deverão apanhar a fénix, guardar o mapa e recolher a sua lagrima para o frasco contido numa das duas mochilas. Deverão matar os dois dragões e retirar os seus corações com os utensílios da mochila. Por fim, dentro do castelo irão encontrar um caldeirão, mais ingredientes e uma receita. Deverão criar uma fogueira, colocar água dentro do caldeirão e seguir a receita para realizar a poção. Ao beberem a poção, serão levados para a próxima arena.


Pontos a Observar

- Existem duas mochilas com mantimentos. Uma permanece suspensa no centro da cratera de um vulcão situado a sudeste do ponto de partida. A outra também permanece suspensa no centro da cratera de um vulcão situado a sul do ponto de partida;
- Existem quatro garrafas de água ao dispor dos concorrentes a 50 metros de distância no sentido sul do ponto de partida;
- Existe um mapa com a localização do castelo, transportado por uma Fénix;


Conteúdo das duas Mochilas:

- 4 barras energéticas;
- Gaze;
- 1 navalha de chifre de dragão;
- 1 par de luvas de couro de dragão;
- 1 frasco;
- 1 pinça;
- 1 colher-de-concha de madeira;
- 1 caneca de madeira;
- 1 copo medidor (max. um litro);
- 1 rede;
- 1 apito que imita o chamamento de uma fénix;
- Frasco com essência de ditamno (solução derivada da erva ditamno, fungo mágico parecido com um cogumelo, que possui poderosas propriedades curativas).

Receita da Poção:

Deverá colocar dois litros de água no caldeirão. Depois, coloca-lo ao lume e deixar ferver. Quando a água estiver a ferver, deverá cortar em quartos os corações dos dois dragões. De seguida deverá pegar no frasco que contenha sangue de dragão e despeja-lo sobre a poção. Quando a poção ficar do tom prateado, isto significará que já passaram quatro minutos e sete segundos, ai deverá então pegar no frasco de pelo de demiguise e juntar a poção apenas dois fios de pelo. Quando a poção estiver com um tom verde deverá acrescentar mais 6 fios de pelo de demiguise. Deverão ter passado uns exactos oito minutos, quando a poção tiver um tom amarelo. Então deverá pegar no frasco de veneno de lobalug e despeja-lo na sua totalidade para dentro da poção. Terão passado três minutos quando o tom amarelo desaparecer e a poção ficar com um tom alaranjado. Ai, deverá colocar apenas 3 gotas de lágrima de fénix e quando a poção ficar com um tom dourado, deverá pegar na sua colher-de-concha, retirar o pouco da sua poção e coloca-la na sua caneca de madeira (a poção desfaz qualquer outro tipo de material, seja vidro ou ferro) e então bebê-la para assim, ser transportado para uma outra arena.




Nota dos Jurados: Cuidado como o template que usam (não interessa se usam ou não, só não queremos é letras pequenas) e com o português. Descrevam tudo o que conseguem. Boa sorte.


Thanks [Somente administradores podem ver este link]






Stay with me
Baby stay with me, tonight dont leave me alone. Walk with me, baby walk with me. To the edge of all we've ever known. I can see you there with the city lights, Fourteenth floor, pale blue eyes. I can breathe you in.
[Somente administradores podem ver este link]
Dir. Joana Potter W
avatar
http://www.youtube.com/user/dogasebear?feature=watch
Fundadora | Directora da Escola

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: Quarta Prova - O Fogo

Mensagem por Convidado em Sab 28 Set 2013, 19:08





Zoey R. Malfoy - Campeã dos Ravenclaw




[blur]
Hoje era o dia da última tarefa. Acho que nunca estive tão nervosa na minha vida. Era difícil pensar que era só mais um pouco e tudo acabava. Provavelmente esta seria a mais difícil de todas e eu estava com medo disso. Desta vez o elemeno era o fogo e eu sabia que isso poderia ser a coisa mais perigosa deste torneio.

- Não importa se ganhas, Zoey. Só queremos que saias bem deste torneio e que saias de lá a achar que serviu de alguma coisa.

- Sim, querida, o pai tem razão. O que importa é saíres bem de lá, já é muita coragem participares no torneio e nós estamos muito orgulhosos de ti.

Os meus pais estavam a tentar acalmar-me, mas isso era difícil, mesmo que eu soubesse que eles tinham razão. Só tinha de ir lá, concentrar-me e sair de lá viva. Não sei quem estava mais nervosa, se eu ou se os meus pais e os meus irmãos. A minha mãe parecia especialmente nervosa, e eu sabia porquê. Era o elemento dela. O facto de eu já não namorar com o Tiago deixara-me mais distraída nos últimos dias, embora estivéssemos melhor assim, e a concentração não foi a melhor. Eu esforcei-me. Juro que me esforcei. Depois da descompustura que levei do mestre Blake por causa do desastre que foi a última tarefa decidi que ia tentar ser melhor. Fiz o melhor que pude.

- Eu sei, obrigada. Até logo.

Despedi-me dos meus pais e dos meus irmãos, vendo-os ir para as bancadas enquanto eu ia para a tenda dos campeões. Tinha sido a primeira a chegar, estava lá sozinha. Olhei em volta, pensativa. Será que eu ia sair de lá viva? E se me acontecesse alguma coisa durante a prova e eu nunca mais fosse a mesma? E se eu...? Não! Não podia pensar assim. Estava ainda absorta nos meus pensamentos quando começaram a chegar os outros campeões. Durante uns minutos explicaram-nos o que devíamos fazer - sempre o básico, apenas - e eu engoli em seco. Não me parecia nada fácil.

- Boa sorte.

Murmurámos uns para os outros, mesmo que quase se pudesse sentir a ansiedade e a vontade de ganhar de cada um de nós. Eu só queria sair de lá viva.

- Mas que...?

O cenário tinha mudado completamente. Não sei porque é que ainda me surpreendia, mas sempre que via coisas deste género dava-me vontade de me enfiar dentro da minha cama, bem escondida nos lençóis. O céu estava escuro, umas nuvens cinzentas e escuras formavam sombras arrepiantes e o até a leve brisa que me batia no rosto era quente e cheirava mal, um cheiro pútrido, quase a morte. Viam-se reflexos vermelhos ao longe e eu sabia que me devia dirigir para lá,

- Bolas, parece que me estou a dirigir a Mordor.

Resmunguei, enquanto me punha a caminhar de varinha na mão. Tinha visto o senhor dos anéis há pouco tempo e agora sentia como se eu própria estivesse dentro do livro. Mas em vez de me sentir excitada e entusiasmada sentia-me horrorizada e cheia de medo. Mas tinha de continuar. Não fazia ideia do que é que podia surgir no caminho, aquilo estava cheio de pedras enormes e muitas delas até tinha que escalar. Não me apetecia nada, não tinha roupa para aquilo, mas tinha de o fazer e mais valia despachar-me. Quanto mais depressa lá chegasse, mais depressa tudo acabava e eu ficaria bem.

- Au...

Queixei-me pela milésima vez, ao ter de descer e subir e voltar a descer pedras para seguir até às luzes vermelhas que faziam reflexos no céu. Ainda estava no princípio, pelo que sabia, e já estava completamente cansada. Aquilo seria fogo? Se fosse, a minha vontade de ir até lá era nula. Olhei para as minhas mãos e fiz beicinho. Elas estavam a arder-me tanto que a minha vontade era chorar, até fios de sangue tinham, já feridas. Sentei-me um pouco, para conseguir pensar. Mas pensar no quê? Não havia nada ali, eu não tinha escolhas a fazer, apenas tinha de continuar em frente. De repente ouvi um canto. Era leve, suave e harmónico. Comparado com aquele cenário, parecia completamente deslocado. Olhei em volta para ver de onde vinha e só passados uns segundos é que reparei numa forma no céu a ficar mais sólida à medida que voava em direcção a mim.

- Uma fénix!

Exclamei, de olhos muito abertos, quando ela pousou no chão junto a mim. Uau, era linda. Nem me atrevi a esticar a mão para lhe tocar, ela parecia uma criatura celestial, demasiado perfeita para estar ali. Só as cores dela davam-me arrepios. Ela é que se aproximou de mim, devagar e sem desviar aqueles olhos expressivos - demasiado, para um animal - de mim. Não fez nenhum som. Devagar olhou para as feridas das minhas mãos esticadas, com as palmas para cima, e ficou suspensa sobre elas. Senti algo quente e refrescante ao mesmo tempo - se é que isso é possível - cair-me nas mãos. Senti um ardor seguido de uma sensação de alívio maravilhosa, enquanto via as feridas das minhas mãos se curarem aos poucos.

- Obrigada...

Murmurei para a fénix, agradecida. Sabia que falar se calhar não adiantava, mas não conseguia parar de lhe sorrir de forma amigável, sempre me tinham dito que os animais interpretam os gestos das pessoas. Levantei-me devagar e vi que ela tinha deixado algo cair. Papel enrolado. Como ela não me parou, eu peguei nele e abri. Era um mapa. Um mapa para chegar mais depressa ao tal castelo. Sorri ainda mais a pensar que, finalmente, alguma coisa estava a correr bem ali, embora fosse óbvio que tinha de andar imensos quilómetros ainda. Não era um mapa normal. Mostrava onde eu estava naquele momento, em movimento, e mostrava também os movimentos de... Bem... Seriam outras criaturas? Não sei, talvez sim, ou talvez fossem os outros campeões. De qualquer maneira olhei a fénix e suspirei.

- Obrigada pela ajuda, sim?

Virei-lhe costas quando ela fez uma pequenina vénia e depois continuei o meu caminho. Mas bastou-me dar apenas uns três passos até a fénix começar o seu canto baixo. Mas era mais como um chamamento. Virei-me.

- O que foi?

Ela continuou a fitar-me e depois abriu as enormes asas.

- Queres que... Que voe contigo?

Lembrei-me subitamente de que estas criaturas podiam superar fardos pesadíssimos e fui ter com ela, agarrando lhe nas patas. Ela não se queixou, as asas dela eram enormes e depressa evantou voo.

- AHHH!

Não consegui evitar um gritinho de medo, ela estava a voar alto. Tive de me agarrar bem para não cair, mas vendo bem as coisas viajar assim era muito mais fácil e evitava mais perigos. Até este ponto tudo bem. Vi o castelo ao longe e abri muito os olhos. Aquilo era mesmo como eu tinha imaginado. A fénix deixou-me lá perto e eu agradeci-lhe, mas demasiado nervosa para demasiadas cerimónias de despedida. Um castelo negro, cheio de lava, uma ponte velha, e pior! Dois dragões! Dois dragões enormes estavam a guardar o castelo. Como é que era suposto passar-se por aquilo? Escondi-me, enquanto pensava, guardando o mapa no bolso. Com sorte não era preciso fazer nada de muito grandioso. Eles estavam a sobrevoar o castelo mas pareciam calmos e inofensivos. Mau sinal para mim. Respirei fundo e lancei-me numa correria pelas sombras, sempre encostada ao muro de maneira a que eles não me vissem.

- Oh meu Deus! Oh meu Deus! Por favor, que eles não me vejam!

Rezava baixo, enquanto corria. Consegui chegar à porta grande e ela estava aberta. Entrei lá para dentro rapidamente e respirei aliviada. Não fiz barulho, não sabia se estavam ali ais criaturas, mais valia jogar pelo seguro. Aparentemente não estavam. Avancei olhando em volta. Por dentro aquilo era lindo, meio escuro e enegrecido pelo tempo, com um aspecto em ruinas, mas mesmo assim era belo. Caminhei durante uns bons minutos, tendo sempre o cuidado de caminhar pelas sombras, longe dos prováveis olhares dos dragões e encontrei uma das mochilas no topo de uma das paredes. Vi o que lá tinha dentro e bebi logo uma das garrafas de água. Até que vi ao longe coisas no chão que não faziam, de todo, parte de um cenário medieval. Quando me aproximei vi que estavam lá todos os materiais essenciais para fazer a poção de que nos tinham falado, assim como o modo de a preparar, em conjunto com as coisas que estavam dentro da mochila.

- Ora bem...

Comecei a organizar os materiais que eram precisos e que estavam listados no papel e depois parei em dois.

- Dois corações de dragão. Hum... Dois...

Olhei em volta e depois para dentro da mochila. Não encontrava em lado nenhum.

- Onde é que eu vou...?

Depois calei-me, dado que se fez luz dentro da minha cabeça. Eu precisava dos dois corações dos dois dragões que estavam lá fora. Como é que se tira o coração de um ser vivo sem o matar? Não se tira. Eu tinha de mata-los para conseguir fazer a poção e passar na prova. Levantei-me devagar. Caminhei até à janela meio destruída e olhei para o céu lá fora. Continuava negro, a lava a fazer o seu barulho borbulhante, os dois dragões continuavam a sobrevoar o castelo lá fora. Eram criaturas majestosas, os dragões. Eram mal compreendidos pelas pessoas, que os achavam uns monstros. A minha própria mãe era um. Eu não conseguia matar um dragão, sabendo isso.

- Não vou fazê-lo.

Disse para mim própria. Estava decidida. Não ia matar nem um dragão, quanto mais dois. Desistia, simplesmente. Sorri para mim própria. Ia para casa. Eu não ia completar esta tarefa, mas era por escolha minha. Eu não ia matar aquelas criaturas. Nunca. Estiquei a varinha e lancei-a para o ar, lançando varinhas vermelhas. Passados uns segundos apareceu no chão uma moeda que brilhava intensamente. Um botão de transporte. Olhei novamente para o céu. Aquele cenário podia ser terrorífico. Mas era magnífico. Era lindo e eu fiquei mais um tempo a comtempla-lo. Não completei a tarefa, no entanto foi a que eu mais gostei. Fez-me pensar, fez-me sentir viva ao saber que podia morrer e, mais importante que tudo, fez-me valorizar a vida de criaturas inocentes, que, apesar do seu aspecto demoníaco, eram tão livres como as outras. Depois de me cansar daquele cenário, virei-me em direcção ao botão de transporte. Ia voltar para casa e para a minha família, fora dos perigos de vida a que me tinha sujeito. Não iria haver mais nervos, não iria haver mais horas de medo. Peguei no pequeno objecto e, com um sorriso enorme de alívio, voltei.
I Learned That Courage Is Not The Absence Of Fear But The Triumph Over It


Convidado

Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum