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1ª Aula

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1ª Aula

Mensagem por Dir. Joana Potter W em Seg 03 Fev 2014, 22:25


Primeira Aula de CCM
O dia tinha sido de uma correria doida. Iamos finalmente começar a iniciar as aulas e muitos professores tinham ficado doentes, tanto que eu fui mais uma vez "obrigada" a dar cuidado com as criaturas mágicas. Não que eu me importasse é claro mas sejamos francos, já cansava tratar da escola.
Cheguei a sala antes do toque e fui transcrevendo alguns textos para o quadro negro. Já não dava aulas pelo menos há uns 5 anos, mas eu achava que iria correr bem. Fui-me sentando na cadeira lendo algumas notas que tinha feito enquanto dava o toque e eu esperava os cinco minutos iniciais para os alunos entrarem.
- Muito bom dia... - Disse com um sorriso a olha-los. - Vamos só esperar pelo resto dos vossos colegas.
As aulas para mim nunca tinham sido complicadas para mim, provávelmente por ser a diretora, pois os meus colegas reclamavam que este ano era um tanto dificil. Só gostava que este ano fosse calmo.
- Bem, como vocês já devem saber, eu sou a Diretora Joana, e enquanto a vossa professora estiver de baixa serei a vossa professora de Cuidado com as Criaturas Mágicas...
Levantei-me e andei pela sala com as mãos por trás das costas a olhar para as caras novas.
- Primeiramente quero que saibam que esta primeira aula será um tanto teorica. - Ri baixo quando ouvi alguns resmungarem e parei de frente para a turma, encarando-os. - Algum de vocês sabe me dizer o que é um animal?
Vi-os entreolharem-se confusos. Era algo que eu já estava a espera. Mas mesmo assim esperei durante uns segundos a ver se algum respondia. - Então nada? Muito bem...
Encostei-me à minha secretária e passei os olhos pela sala.
- Existe muitas ideias sobre o que é uma criatura. E sobre que direitos estas criaturas devem ter. Primeiro todos devem ter em mente uma lei muito importante, uma lei que não é só bruxa. Uma lei que nos ultrapassa a todos.
Vi alguns deles olharem para mim ainda mais confusos do que já estavam. Mas sorri-lhes a tentar descontraí-los e continuei a falar.
- Todos os seres vivos teem direito a viver. Se são perigosos, os seres humanos, principalmente nós, bruxos, devem arranjar uma zona privada e interdita onde estes possam viver. Claro que muita gente não concorda. - Não consegui não reparar na cara de uns quantos alunos na fila de trás que revirava os olhos há medida que eu falava. Nesses é que nós deviamos manter debaixo de olho. - E preferem massacrar milhares de criaturas que se forem controladas, podem ajudar na medibruxaria.
Respirei fundo e esperei um pouco vendo na cara deles se eles tinham entendido tudo o que eu tinha falado. Depois peguei na minha varinha e apontei-a ao quadro. Um dos textos que eu tinha passado apareceu devagar.
- Agora segundo as tentativas do ministério para classificar o que na verdade é uma criatura existem duas definições iniciais: O “Ser” e o “Animal”.... E agora podem ler este texto para ver se entendem, alem do mais o texto está no vosso livro na página 11.

"As primeiras tentativas para decidir que criaturas mágicas deviam ser designadas "animais" é extremamente primitiva.
Burdock Muldoon, chefe do Conselho de Bruxos¹ no século XIV, decretou que todo membro da comunidade mágica que caminhasse sobre duas pernas dali em diante faria jus à condição de "ser", e os demais permaneceriam "animais". Imbuído de um espírito fraterno ele convidou todos os "seres" a se reunirem com os bruxos em um encontro de cúpula para discutir as novas leis da magia, e descobriu, para seu intenso desapontamento, que errara nos cálculos. O salão do encontro estava apinhado de duendes que haviam trazido em sua companhia o maior número de criaturas bípedes que encontraram. Conforme nos conta Bathilda Bagshot em Uma história da magia:
Mal se conseguia ouvir com a gritaria dos oraqui-oralá, os lamentos dos agoureiros e o canto incessante e agudo dos fiuuns. Enquanto os bruxos e bruxas tentavam consultar os papéis que tinham diante deles, uma variedade de fadinhas e pequenos duendes circulava em volta de suas cabeças, dando risinhos abafados e dizendo coisas ininteligíveis. Uns doze trasgos começaram a quebrar o salão com suas maças, enquanto megeras deslizavam pelo lugar à procura de crianças para comer. O chefe do Conselho se levantou para abrir o encontro, escorregou em um monte de excremento de pocotó e saiu do salão correndo e xingando.
Vemos assim que o fato de possuir duas pernas não era garantia de que uma criatura mágica pudesse ou devesse ter interesse nos assuntos do governo bruxo. Amargurado, Burdock Muldoon renegou qualquer tentativa de integrar os membros não-bruxos da comunidade mágica no Conselho de Bruxos.
A sucessora de Muldoon, Madame Elfrida Clagg, tentou redefinir os "seres" na esperança de criar laços mais fortes com outras criaturas mágicas. "Seres", declarou ela, eram aqueles capazes de falar uma língua humana. Todos que conseguissem falar inteligivelmente aos membros do Conselho estavam, portanto, convidados a comparecer ao próximo encontro. Mais uma vez, porém, houve problemas. Os trasgos que tinham aprendido com os duendes algumas frases simples começaram a destruir o salão como antes. Os furanzões corriam em torno das pernas das cadeiras dos conselheiros, unhando os tornozelos ao seu alcance. Entrementes, uma grande delegação de fantasmas (que haviam sido barrados sob a liderança de Muldoon, mediante o argumento de que não andavam sobre duas pernas, mas deslizavam) compareceu, mas eles se retiraram desgostosos com o que denominaram mais tarde de "ênfase descarada do Conselho nas necessidades dos vivos em oposição aos desejos dos mortos". Os centauros, que sob Muldoon haviam sido classificados como "animais" e, agora, sob Madame Clagg, definidos como "seres", recusaram-se a comparecer ao Conselho em protesto pela exclusão dos Sereianos, que não eram capazes de conversar em outra língua exceto serêiaco quando subiam à superfície.
Somente em 1811 foram encontradas definições que a maior parte da comunidade mágica achou aceitáveis. Grogan Stump, o Ministro da Magia recém-nomeado, decretou que um "ser" era "qualquer criatura que possuísse inteligência suficiente para compreender as leis da comunidade mágica e para compartir a responsabilidade na preparação de tais leis ²". Na ausência dos duendes os trasgos foram interrogados e o Conselho concluiu que não entendiam nada do que lhes era dito; foram, portanto, classificados como "animais" apesar de andarem sobre duas pernas; os Sereianos, pela primeira vez, foram convidados por meio de intérpretes a se tornarem "seres"; fadinhas, elfos e gnomos, apesar de sua aparência humanóide, foram relegados com firmeza à categoria de "animais".
Naturalmente, a questão não se encerrou aí. Todos conhecemos os extremistas que fazem campanha pela classificação dos trouxas como "animais"; todos sabemos que os centauros recusaram a condição de "seres" e solicitaram permanecer como "animais³"; entrementes, os lobisomens foram transferidos da Divisão de Animais para a de Seres há muitos anos; no momento em que escrevo há um Serviço de Apoio aos Lobisomens na Divisão de Seres, enquanto o Registro de Lobisomens e a Unidade de Captura de Lobisomens permanecem subordinados à Divisão de Animais. Várias criaturas extremamente inteligentes são classificadas como "animais" porque não conseguem superar suas naturezas brutas. As acromântulas e as manticoras são dotadas de linguagem, mas tentarão devorar qualquer humano que se aproxime delas. A esfinge fala somente em charadas e enigmas e se torna violenta quando recebe uma resposta errada."


Esperei até todos acabassem de ler e sorri-lhes.
- Eu sei que o que acabaram de ler é um pouco de história, mas é fundamental... No trabalho de casa eu irei pedir algo relacionado com isto Smile
Virei-lhes costas um segundo enquanto limpava o quadro e fazia aparecer a segunda e ultima parte da matéria da aula de hoje.
Quando voltei a virar-me para ele já havia uns tantos na conversa.
- Hum hum...? Os senhores deixam-me continuar? - Perguntei usando a minha voz que muitos dos meus alunos mais velhos disseram que "até mete medo aos fantastmas". Não era para assusta-los, mas sim para que eles entendessem que devem respeitar.
Vi que eles calaram-se logo e sorri levemente. Cruzei os braços olhando para os alunos da primeira fila.

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- Como podem observar no quadro, aquela é a Classificação do Ministério da Magia. A classificação de como... bem classificar e organizar as classes das criaturas pelo nivel de periculosidade, ou seja, perigo, de cada uma.
Olhei para o relógio e reparei que faltavam poucos minutos para tocar. Bati palmas e sorri-lhes.
- Muito bem crianças. Agora vamos para o trabalho de casa!
trabalho de casa:
Para ser entregue até dia 8 de Fevereiro por MP com o titulo "Trabalho de CCM"
Nome:
Equipa:
Ano:
1) Por palavras tuas, explica-me o que é uma criatura/animal.
2) Dá exemplos de uma criatura para cada nivel de periculosidade.
3) Resume o texto apresentado em aula.

- E é tudo! - Sorri a todos voltando a sentar-me na minha cadeira - Arrumem e saiam.
Depois de todos sairem, eu fiz o mesmo, já cansada e o dia mal tinha começado.
Tick Tock goes the Clock
Thanks Maddoll @ TPO





Stay with me
Baby stay with me, tonight dont leave me alone. Walk with me, baby walk with me. To the edge of all we've ever known. I can see you there with the city lights, Fourteenth floor, pale blue eyes. I can breathe you in.
☯️
Dir. Joana Potter W
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http://www.youtube.com/user/dogasebear?feature=watch
Fundadora | Directora da Escola

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Re: 1ª Aula

Mensagem por Bernardo Riddle Junior em Seg 17 Fev 2014, 19:09


Era uma vez...

Um Menino Que Ama Os Coelhinhos.


Bernardo nasceu na floresta perto da casa de sua avó Selena. Ele é fruto de um relacionamento entre uma viajante do tempo de 14 anos e um adolescente imaturo. Seus nomes era Amber Jazmín Lecoq e Bernardo Riddle.

Mal acabara de nascer e... O menino estava a mamar no peito de sua jovem mãe quando seu tio o tirou dos braços dela. O menino não sobreviveria naquele  tempo tendo em vista que era um paradoxo temporal, ou seja, filho de pais de tempos diferentes...

Ele foi enviado para o início do ano de 2034, onde foi adotado e criado pelo casal Bauer. Ele cresceu na Argentina acreditando que tinha muitos irmãos e irmãs. Seu "irmão" mais próximo e mais companheiro era o León a quem também chamavam de Zeca. Entretanto ele sempre recebeu a visita de um homem que se dizia seu amigo. Seus "pais" sempre incentivavam esta amizade. O homem era Vasco Potter, seu tio biológico.

Aos 4 anos ele soube que não era um Bauer, soube que o tal homem era seu tio e que sua mãe estava desesperada sem ele. Viajou a Portugal para conhecer sua verdadeira família e para sua surpresa, deixou de ser o filho mais novo para se tornar o filho mais velho. Sua irmã Eliana ou Lila, como também era chamada, não gostou muito da ideia de ter um irmão mais velho. Pior, um menino.

Demorou um tempo para ele se adaptar a nova casa e para a irmã o aceitar. Bernardo sempre foi muito amoroso, carinhoso e isso causava um pouco de ciúmes em sua irmã mais nova. Com a ajuda da Karoline Lestrange, uma amiga se sua mãe, os miúdos ficaram bem amigos.

Já no 2º ano da escola de Magia Durmstrang, teve de voltar a Portugal como aluno de intercâmbio e estudar com a irmã Eliana  na EMPT. Alguém tinha de ser o bom exemplo pra ela. Em meio a essa história toda, a remoer suas lembranças, ele aproximou-se do Lago Negro sem se aperceber que já havia alguém ali. O Menino ficou a pensar no futuro dele, e se realmente queria seguir com o que a mãe lhe impusera, que era viver sempre à sombra da irmã Eliana. Ele ficou um tempo lá sem perceber que havia duas pessoas a conversarem. Foi despertado da inércia pelo toque do sino que indicava que a aula de CCM estava por começar. Saiu a correr para dentro do castelo, pois ainda tinha que pegar a mochila com caderno e caneta. Cá em Portugal ele sentia mais liberdade de poder usar material escolar muggle.

Foi o último a entrar na sala, mas isto não significou que estava atrasado. Apenas em cima da hora. Pôs o que precisava em cima da mesa e rapidamente foi copiando algumas anotações sobre o texto do livro ao qual se referia a aula. Lá pelo fim da aula ele anotou o que estava no quadro. Era uma atividade simples e que lhe renderia boa nota. Bernardo não conversou com ninguém durante a aula, apenas se manteve quieto até que o sino tocasse novamente e ele fosse para a aula seguinte.



INFORMAÇÕES

Gerais

Ocupação Aluno de intercâmbio da Durmstrang.
Nacionalidade Luso-Brasileiro.
Classe social Rico.
Lealdade A família.
Algo Importante O colar que pertenceu a meu pai.
Outros detalhes Recebeu o colar da mãe assim que nasceu.


Outros

Virtudes Sempre amoroso.
Defeitos Sua bondade faz com que os outros se aproveitem dele. Principalmente a irmã.
Gostos Chocolate.
Medos/Fobias Perder a mãe.
Habilidades: Ofidioglossia

Descrições

Física Menino loirinho, bochechudo, cabelos lisos e olhos escuros.
Psicológica Amoroso e bem educado.













Bernardo Riddle Junior
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2º Ano - Gryffindor

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