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Patio Pavimentado

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Patio Pavimentado

Mensagem por Escola de Magia PT em Ter 06 Set 2011, 14:41

Relembrando a primeira mensagem :




Pátio Pavimentado


Um dos maiores pátios da escola. Alem de uma das entradas alternativas para a escola. Possui várias árvores e bancos á volta.
No seu centro tem uma fonte, onde tem um pilar negro com o nome das pessoas que deram a sua vida pela escola.












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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por SophieMary Lowkins em Qui 02 Maio 2013, 20:28

THIS IS WAR…


WILLIAM SCOTT, ALUNOS, DV'S, VOLDEMORT, JOANA E DÁRIO WILLIAM,
PROFESSORES E AUROR'S
PERDIDA NUM MAR DE CHOCOLATE...

Já estava mais controlada, depois de tudo o que se passara entre mim, a Natacha e a Amaral. Os meus olhos, tal como a minha cicatriz e o meu anel já estavam normais e a minha aura já estava novamente indígo, invisível como sempre. Ouvi as palavras do Lord das Trevas e dirigi-me para o pátio pavimentado, como indicado. Queria saber o que se passava e como já tinha pedido á Natacha para ir para a enfermaria, fui sozinha até ao local e quando lá cheguei, os meus olhos passaram por todas as pessoas lá, parando nas figuras em frente a todos. A Diretora e o seu marido estavam deitados no chão, aos pés do sem-nariz. Continuei a olhar pela sala e então os meus olhos pararam no William. Pouco soubera sobre ele, mas tinha adorado conhecê-lo e tinha ficado bastante interessada nele. Andei até ele, quase esquecendo dos mortos e da catástrofe á minha volta, cheguei ao lado dele e perguntei:
- Então, mataste muitos DV's? - Sorri docemente olhando nos olhos dele. Após alguns segundos perdida naquele mar de chocolate, voltei a mim, olhando atrapalhada á minha volta.

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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por William A. Scott em Qui 02 Maio 2013, 20:52


This Is War
Noite • Nevoado • EMPT • Combatentes

A Sophie apareceu e eu sorri um pouco.
- Sim ainda foram alguns. E tu?
Quando ela ia a responder cortei-lhe a fala e agarrei-lhe a mão com carinho.
- Estamos juntos nisto certo?
Credits to Rapture




William Andrew Scott
William A. Scott
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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Tiago Azevedo em Qui 02 Maio 2013, 21:11


Tiago Azevedo

Noite ♣ Nevoado ♣ EMPT ♣ Combatentes

Ainda estava a fungar por causa da Selena mas tinha que levantar a cabeça e lutar para a orgulhar.
- Stupefy
Atirei contra alguns Devoradores da Morte. Eramos tao poucos contra tantos Devoradores.
Depois ouvi aquela voz que nos atordoava por dentro e nos deixava cheios de arrepios. A Voz de VOLDEMORT -.-
Corri para o Pátio Pavimentado para ver o que se passava. Vi pessoas a chorar e vi o Jonathan. Acenei-lhe e depois de me ver pareceu mais descontraído.
Vi a diretora no centro e Voldemort perto dela com outro senhor.
A sua familia estava toda triste, e não me deixei também de sentir triste por tudo o que se estava a passar.
Vi pessoas que tinham a familia a lutar... alguma que já a tinham perdido. Espero bem não perder o meu pai, porque é a única familia que tenho.
credits to Rapture





Hufflepuff Pride
Remember that you're the love of my life,
and i will never forget you!! ♥
» Tiago Azevedo
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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por SophieMary Lowkins em Qui 02 Maio 2013, 21:16

THIS IS WAR…


WILLIAM SCOTT, ALUNOS, DV'S, VOLDEMORT, JOANA E DÁRIO WILLIAM,
PROFESSORES E AUROR'S
JUNTOS...

Notei o sorriso dele e sorri ainda mais.
- Sim ainda foram alguns. E tu?
Abri a boca com a intenção de responder quando ele cortou-me a palavra, agarrando-me na mão carinhosamente.
- Estamos juntos nisto certo? - Ele perguntou, fazendo-me olhar para os olhos dele...
- Sempre. - Disse imediatamente, mas com a voz calma. - Haveremos de ultrapassar esta situação, e depois, talvez possas lanchar comigo, com a Natacha, e quem sabe, até com a pequena Viktória.
Sorri, inexplicavelmente feliz por estar bem, por ele estar bem, mas ainda teríamos que lutar muito... E felizmente já não teria a Amaral atrás de mim.

bethany para source code





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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Simon Arechavaleta em Sex 03 Maio 2013, 01:37




Going Under



Depois de ajudar o lobisomen no sexto andar, ajudei umas vitimas a irem pra enfermaria e levei o corpo de duas mortas que encontrei pelo caminho para a enfermaria. Eu não sabia o que fazer com elas e as deixar pelo caminho não iria ajudar os combatentes, depois os familiares teriam de fazer o reconhecimento do corpo.

Voltando ao campo de batalha, desci até o pátio da escola e ouvi aquela voz repugnante a ecoar pelas paredes do castelo. Me aproximei incrédulo da multidão. Todos parados a olhar um casal jogado no chão. Pessoas choravam, outras desesperadas. Ele tinha pego a diretora da escola. Um homem perto de mim quando a viu e desesperou e gritou o nome dela, o peguei rapidamente por trás a segurá-lo. Qualquer movimento agora significaria a morte dela e nossa derrota.

Os que ali estavam tinha que se manter calmos. Ela ainda não estava morta e isso representava uma esperança de darmos a volta por cima. As chances eram mínimas, mas elas existiam.

-Calma cara, calma... Ainda há esperança.

Falei baixinho para o homem e o soltei a medida em que ele ia se controlando. Percebi que muitos ali eram parentes da diretora, e talvez esse homem fosse algum amigo dela. Já tinha ouvido que algo parecido acontecera ao pai da diretora décadas atrás. Se isso fosse mesmo um tipo de ironia do destino, um déja-vu, ela iria se reerguer e nos dar a vitória.

I can't keep going under...


Aonde: EMPT Ouvindo em mente: GOING UNDER Post: 003 Tags: War
Thanks @Lilah






"Te pido que me acompañes a cambiar de aire a ver el cielo y el mar.Te pido que no te entregues cortemos las redes que no nos dejan volar... Por que detrás de las nuvens el cielo és siempre azul."



Simon Arechavaleta
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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Fay E. Lecoq em Sex 03 Maio 2013, 11:07

O Grande Final

Desde a minha fuga da casa daquele maldito devorador tudo ocorria como planejado. Sem heroímos pensei, apenas faça justiça. Mesmo que eu dissesse que não, eu procurava vingança. Procurava matar o vírus que tinha se instalado no ministério.

Passei desapercebida a desviar-me pelos feitiços usando uma capa negra que escondia meu rosto. Não queria ser encontrada. Queria encontrar o maldito que me fez aquilo. Entrei na sala dos quadros para pensar melhor no que fazer.

Isso parecia um jogo de xadrez, onde os alunos eram os peões, os professores e aurors os cavalos e acho que eu era o bispo e a senhora Potter William a rainha. Espero que ela tenha percebido isso. Estava a pensar bem em qual seria a melhor estratégia quando ouvi a voz do Voldemort. Não me contive e sai da sala dos quadros a ir para o pátio.

Quando cheguei no pátio dei de cara com aquela cena. A diretora caída no chão ao lado do marido. Foda-se! Eu podia até ser morta, mas antes Ele ia ouvir. Eles iriam ouvir!

- ACHA QUE VENCEU?

Tomei a frente de todos e comecei a discusar.

- VAI! A MATA! ELES SE TORNARAM MÁRTIRES QUANDO FIZERES ISTO! IREMOS AMAR MAIS AINDA A FIGURA DELES E O ESPÍRITO DE LUTA A JOANA SE TORNARÁ MAIS FORTE E MAIS PRESENTE. NENHUM DE NÓS VAI SE RENDER. SE MATAR JOANA POTTER VAIS FAZER DELA MAIS PODEROSA. ENQUANTO UM DE NÓS LUTAR EM NOME DELA ELA VAI CONTINUAR VIVA!



suicídio
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~Fay E. Lecoq~
° Vice-Ministra da Magia°

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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Alexandre Henri LeRoux em Sab 04 Maio 2013, 01:19

Com a guerra eminente aparata no Patio da escola ao lado do Lord e vê que aos pés dele está a Joana e Dario (o muggle) se sente um pouco triste mas não demonstra.
Percebe que a uma mulher gritando com o Lord e vê que e a Fay , seu primeiro amor e percebe que a feição do Lord não e de agrado e sim de quem está prestes ate um ataque de fúria.
Fica triste pois não pode Abandonar os costumes de família que é seguir o Lord das trevas e apenas diz ao Lord:

-Soldado se apresentando para o combate. Enquanto olha com um olhar triste para a Fay.
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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Albus S. Potter em Dom 05 Maio 2013, 18:03

Albus Severus Potter... tu tens o nome de dois diretores de Hogwarts... um deles foi o homem mais corajoso que eu conheci
Harry Potter
Ouvi a voz do mauzão do Voldemort. Congelei quando ouvi o nome JOANA.
A Joana tinha sido capturada pelo Voldemort. Eu não podia deixar isto assim.
Aparatei no Pátio Pavimentado, consegui aparatar porque não haviam feitiços de proteção.
Fui o primeiro a chegar e vi a Joana com o Dário e o Voldemort á beira deles. Eles estavam ajoelhados e indefesos.

- JOANA

Gritei e lágrimas escorreram-me do rosto. A minha relação com ela era muito forte porque desde pequenos que costumavamos pegar com o James. Os dois juntos. Mas depois ela veio para Portugal e eu fiquei por Londres com o nosso pai e a Lily. A nossa relação diminui um pouco de nível mas sempre seremos amigos e irmãos. E vou tentar salvá-la a todo o custo.
Começaram a chegar todos os combatentes, incluindo os meus sobrinhos e netos da joana.
Ouvi uma mulher a discursar algo sobre o Voldemort nunca vencer porque a Joana estará sempre dentro de nós. Seguidamente, olhei para todos e vi que estavam destroçados e com um ar de perdedor no rosto.
Nunca iremos perder esta batalha. Depois de tanto o que batalhamos para vencer todas as guerras, depois de tudo, isto não vai acontecer.
Manti-me quieto, mas o que me apetecia era distrair o Voldemort e dar a minha varinha á Joana... devia servir para algo de certeza.
Era disso que a Joana precisava de uma varinha. Mas e depois o Dário?? E se o Voldemort o matasse?? Mantive-me quieto porque não queria fazer nenhuma asneira.
TAGS; PLACE;Pátio Pavimentado VESTINDO; LINKCOM; Combatentes EM; EMPT
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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Frederick Von D'Estaign em Ter 07 Maio 2013, 17:51

Aparato no Pátio ao lado do Lord das Trevas. Aos seus pés estava a Joana e o sue querido marido Muggle, Dário. Uma estérica berrava. Quem era? A vaca da Fay (off: sry Fay). Tudo estava silencioso, menos aquela. Aproximei-me e sorri:
-Cala-te! Como ousas falar de tal modo com o Lord? Hum? Joana Potter Wiliam irá morrer e todos vocês irão assistir à sua morte. Se alguém ousar impor-se perante o Lord...morrerá! Irão todos curvar-se perante ele! Todos! - ri-me no final
Tudo estava silencioso:
-E tu minha vaca....temos assuntos pendentes...

OFF: Peço que não matem esta personagem, porque ela não está predestinada a morrer. Obrigado




Máscara ♥-♥:

Nayah ♥-♥:
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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por ASF Potter em Ter 07 Maio 2013, 19:29

Tinha esacapado por pouco à investida dos Devoradores, e ali estava eu, sabendo apenas que tinha de apontar para os devoradores.
Corri pelo pátio defendendo-me de alguns feitiços, tive a sorte de não me terem reconhecido como o Chefe dos Aurores, e ali estava a Diretora Joana.
O meu dever era proteger o ministro, e tinha falhado nesse aspeto, a todo o custo tinha de recuperar a diretora mas, sozinho era impossivel, a menos que quisesse morrer.
Deixei-me passar despercebido pelos outros, e fiquei à escuta.





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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Alexandre Henri LeRoux em Qua 08 Maio 2013, 00:26

Vê o Frederick Gritando com a Fay e chingando ela de vaca e por mais que precisasse ficar ao lado do Lord Entro Na mente do ASF Potter e digo:
- Não fique com medo! , estou do lado da escola preciso que você recupere a Joana.
Olha pro Frederick e sorri como se ja soubesse o final daquela Historia.





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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por ASF Potter em Qua 08 Maio 2013, 15:10

"- Não fique com medo! , estou do lado da escola preciso que você recupere a Joana."...
Percebi quem me tinha falado mentalmente, e desconfiado olhei do Lord das Trevas para ele, e novamente dele para o Lord.

-Como sei que posso confiar em ti?! - Trasmito-lhe por pensamentos.





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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Alexandre Henri LeRoux em Qua 08 Maio 2013, 18:36

-Como sei que posso confiar em ti?! o ASF responde por pensamento e fico um pouco surpreso pela pergunta já que a Joana e uma peça chave , porem falo em seus pensamentos:
-Eu tenho uma divida com a Joana e pretendo pagar ela, mas não se destrai Tentando Salvar o Dário,pois a Joana é mais importante, so o sangue Potter é capaz de derrotar o Lord.
Vai até o Frederick e o contem Sussurando baixo em seus ouvidos :
-Esse não é o seu trabalho meu caro Amigo , Volte a seu Lugar.





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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Melanie Heart em Qui 09 Maio 2013, 00:56

Sabia que as coisas não estavam bem, mas não tinha intenções de me meter nesta guerra, não queria escolher um lado, mas tinha de saber por mim, tinha de ver o que se passava. Deduzi-a que um grande alvo era a EMPT, visto a diretora ver a Joana Potter e ser a escola, blá blá. Por isso preparei-me a rigor, ok apenas vesti um manto comprido preto, aqueles que os feitiçeiros usam, que me ocultou, apanhei o cabelo num rabo de cavalo para que este não fosse para a frente dos olhos e peguei na minha varinha, não a guardei, poderia precisar dela e revi mentalmente todos os feitiços de ataque e proteção em especial os de magia negra, eram o meu forte devido ao núcleo da minha varinha e talvez pela minha linhagem? Antepassados meus lutaram do lado das trevas, mas a verdade é que outros lutaram do lado da luz...Colo o capuz na cabeça, não ocultava a cara pelo que tinha de ter cuidado. Com a varinha na mão, acreditava que ninguém ia achar suspeito...
Aparto na escola, mais propriamente no patio numa zona debaixo de um alpendre, a minha intenção era percorrer a escola, mas não foi preciso pois estava toda a gente ali. Olhei em redor e vi o Lord Voldemort com a diretora e o marido desta deitados nos chão aos seus pés. Engulo em seco e olho em redor, vejo muitas pessoas conhecidas, mas estavam todos parados em silêncio. Parecia que o tempo tinha parado e só eu é que me mexia. Movo-me devagar para não chamar demasiada a atenção para mim e vou para o lado de um pilar. Será que a diretora ia mesmo morrer? Olhei em volta a procura do Átila mas não o vi, também não vi o meu pai, sabia que ele não estava interessado na guerra e esperava que não lhe acontecesse nada.






Melanie Heart | 23 anos | Assistente Geral no PD | Noiva? |
Chefe do Departamento de Mistérios | Ass. Geral do PD
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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por SophieMary Lowkins em Sex 10 Maio 2013, 09:27

Enquanto que toda a gente ali estava concentrada na Vice-Ministra da Magia, vi de relançe o meu chefe e segui-o com os olhos até ele parar. Olhei rapidamente para o Will e depois fui lentamente até ele, para não ser notada. Ao chegar perto de ASF Potter, deixei-me ficar atrás dele, dei um leve toque nas suas costas com a varinha e disse:
- Quer agir?




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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Tomás Potter M. em Sab 11 Maio 2013, 17:18

Long live the walls we crashed through
All the kingdom lights shined just for me and you
I was screaming: "Long live all the magic we made"
And bring on all the pretenders
I'm not afraid








- Au.. A minha cabeça...
Queixei-me a sentir a cabeça completamente zonza e trocada. Estava a latejar e sentia uma vontade grande de vomitar.
Porque raios é que eu estava assim?
Não conseguia-me lembrar onde estava, nem o que aconteceu. Tentei-me levantar e senti as minhas costas tocarem numa parede gelada. Devo ter batido com a cabeça, só pode... Mas... Como?
Estávamos em batalha. Sim isso eu sabia. Então... Eu devo ter sido mandado contra a parede e batido com a cabeça. Sim, deve ter sido isso,
Fiz um esforço para abrir os meus olhos. Estavam demasiado pesados para eu conseguir bem. Haviam luzes fortes a baterem-me na cara, mas estas apareciam e desapareciam. O que raios era isto!?
Esforcei-me para os abrir. E fiquei a pisca-los durante um tempo. A tentar recuperar a visão total. Consegui entender que estava numa sala. E ao meu redor estavam pessoas, pessoas deitadas no chão. Pessoas feridas, pálidas e quietas.
- O que...?!
Levantei-me rápido, coisa que não devia ter feito. Pois mal o fiz ia caindo para trás, zonzo e mal disposto.
- O que raios é que se passa?!
Perguntei para o alto, nervoso. Eu estava numa morgue. O que é que eu fazia numa morgue?! Eu estava vivo!
Pelos nervos comecei a tocar no meu corpo todo. Sim eu estava definitivamente vivo. Sentia o machucado da minha suposta queda.
A tropeçar nos meus próprios pés, e a tentar não pisar ou tocar nalguma daquelas pessoas, consegui sair de dentro daquela sala. E pelos meus cálculos era o salão principal da escola.
Encostei-me a porta a respirar depressa, fechando os meus olhos.
Eu sabia que tinha estado a lutar, sabia que estávamos em batalha, mas não conseguia me lembrar de como é que desmaiei ou de como acabei deitado na morgue improvisada da escola.
Fui abrindo os meus olhos devagar, a olhar para a entrada do castelo. Estava tudo feito em trapos. Destruído por culpa da guerra. E não se via ou ouvia ninguém. Será que a guerra tinha terminado...?
Fui-me apoiando na parede e tentei chegar a uma janela.
O castelo não podia estar vazio. Era impossível. E... onde é que estava a Claire...? Será que...Ser que ela pensa que eu morri..?
Com o coração aos saltos olhei pelo vidro da janela. E era ali que estavam todos. No pátio pavimentado. De um lado estavam os alunos e os adultos que estavam do nosso lado, e do outro estava o Lord com duas pessoas no chão perto dele.
Fiquei em pânico ao ver aquela cena. Não conseguia ver quem era, mas naquela posição. aos pés do Lord, só poderia ser alguém do nosso lado.
- Claire...
Disse baixo com o pânico a surgir. Mas não deu para mais. De repente senti umas mãos agarrarem-me pelo pescoço e quando reparei estava encostado numa parede, a ser quase asfixiado.
Olhei para quem me estava a tentar matar. E para meu grande alivio e admiração era o meu irmão.
M: Tomás...?
O Mason era lobisomem, ou seja, era mais forte que a maioria de nós. E Impulsivo, muito mesmo. Aposto que nem reparou que era eu, nem pela visão nem pelo cheiro.
Ele soltou o meu pescoço mas nem me deu um segundo para voltar a respirar normalmente, fui logo agarrado num abraço esmagador de costelas.
M: Estás vivo! Pensávamos que estavas morto!
Eu tinha...? Espera...
Quando ele me largou coloquei as minhas mãos na cabeça fechando os olhos. E tudo veio ao de cima.
Eu tinha me encontrado com o Lord. Ele sabia que eu tinha ficado do lado da minha família, há muitos anos que eu o fazia, e mesmo debaixo do nariz dele. Ele sabia que eu fugira do controlo dele graças a Claire, sabia que eu estava casado. E o pior de tudo... Ele sabia sobre a Inês e a Melody. Se ele conseguisse ganhar ou fugir... Ele ia atrás delas e mata-las.
Por isso naquela altura fiz a coisa mais desesperada que podia ter feito. Ataquei-o. Nunca se deve atacar o Lord quando ele está 100% consciente do que se está a passar. O final de tudo foi ele me lançar-me um bombarda com toda a certeza que aquilo iria me matar.
E eu penso que por momentos foi o que aconteceu.
M: Tomás? Nós precisamos de fazer alguma coisa!
O meu irmão chamo-me de novo ao mundo e eu olhei-o preocupado.
- O que se passa?
M: Eles... Ele...Apanhou a mãe...
Fiquei uns segundos a olhar para ele. Nós os dois assustados e a ver-mos nos olhos um do outro tudo se partir. A nossa mãe era tudo. Era a ideia de luta. Era a que sabia o que fazer contra o Lord. Ela era a nossa esperança de futuro. Pelo menos para mim e para os meus irmãos.
Depois fizemos a mesma coisa exactamente ao mesmo tempo. Pegamos nas nossas varinhas e olha-mos para o pátio.
- Temos de tentar.
Eu disse sério a olhar para baixo.
M: Ou conseguimos, ou morremos a tentar.
Vi ele engolir em seco e eu sabia o que ele estava a sentir. Íamos deixar tudo para trás. As nossas mulheres e filhos, amigos e tudo.
- Pelo futuro deles...
Ele acenou e esticou o punho para mim. Eu sorri um pouco e bati-lhe no punho com o meu.
- Vamos a isto, júnior.
O plano? Não tínhamos. Estupidez? Podíamos até engarrafa-la e vender. Coragem? Acho que tínhamos o que bastava para isto. Mas principalmente tínhamos presente na nossa cabeça os nossos filhos. E eu sabia que queria um futuro bom para as minhas meninas. Elas não iam passar por aquilo que eu fui obrigado a passar. Por aquilo que o Lord me fez passar durante 20 anos.
Fomos cada um por seu lado. Não tínhamos dito mais nada, nem precisávamos. Sabíamos que sozinhos não éramos capazes. Tínhamos de lançar o feitiço exactamente ao mesmo tempo ou tudo estaria perdido.
Eu ia entrar pela direita enquanto ele entrava pela esquerda. Nada foi combinado. Era como se nós próprios soubéssemos o que fazer. As minhas mãos ardiam dos nervos e da adrenalina. E uma pequena voz na minha cabeça dizia "vais falhar." Eu sabia de quem era. E eu sabia que podia ser verdade. Mas também sabia que estava a fazer tudo o que podia para não ser. Nós tínhamos que conseguir.
Virei a esquina do castelo. Eles estavam a alguns metros de mim. Caminhei devagar, sem fazer barulho. Olhei para o fundo e ainda não havia sinais do meu irmão.
T: Tomás...?
Alguém me chamou do meio da multidão. O meu corpo congelou. Acabou-se.
Eu levantei a minha varinha sem dizer nada, a olhar para o Lord. Ele olhou para mim com um sorriso sarcástico. Ele sabia que eu não era capaz.
Ele abriu a boca para nos dizer algo.
M: AVADA KEDAVRA!
Uma luz verde intensa explodiu atrás do Lord, mas este só se desequilibrou. Assim não dava. Não íamos conseguir.
Num acto de estupidez ou pânico eu apertei a minha varinha, e comecei a preparar-me para dizer a maldição.
O Mason deve ter reparado nisso porque fez exactamente o mesmo que eu, e os dois recitamos a maldição da morte.
E acertaram ao mesmo tempo o Lord das Trevas.






Daniel. ҳ 17:00, Miercoles. ҳ Quinta Avenida; Oficinas.
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My Girls


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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Convidado em Sab 11 Maio 2013, 17:31



Não podíamos desistir, não ainda!

- É isso mesmo!

Respondi quando a Fay falou. Normalmente eu não gostava nada dela, mas desta vez ela tinha razão. A minha avó era o nosso ponto de luz ali, mas se ele a matasse nós íamos continuar a lutar. Eu ia lutar por um futuro com a Jennifer, por um futuro para os meus irmãos. Eu ia dizer mais qualquer coisa, doía-me a barriga e apetecia-me vomitar com os nervos, mas então dois raios verdes, brilhantes, enormes, foram contra o Voldemort, aquele careca sem nariz como a minha avó lhe chama. E tudo ficou branco, eu não conseguia ver, era um clarão muito intenso.

STEFAN REDBIRD MALFOY
Convidado

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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Convidado em Sab 11 Maio 2013, 17:36

ZOEY REDBIRD MALFOY

A minha avó não podia morrer, simplesmente não podia. Eu queria ser forte e não chorar, mas não conseguia. Todos lá em casa me viam como a menina frágil, a menina de vidro que é demasiado fraca para fazer fosse o que fosse. Eu só queria que fosse diferente.

- Nós vamos lutar! A escola da minha avó vai manter-se como está!

Disse, ganhando coragem. Estava cheia de medo, mas tinha a perna a escorrer sangue, estava cheia de dores, a varinha empunhada com força na minha mão e estava cheia de adrenalina. Só esperava que tudo isto acabasse depressa. A nosso favor, de preferência.
Convidado

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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Sofia Redbird Malfoy em Sab 11 Maio 2013, 17:59



Te pido una vez más la oportunidad de demostrarte que tan sólo necesito amarte para que el dolor se aparte ya. No permitiré que pierdas hoy la fe que tengo nuestro amor eterno junto a ti pelearé.



Eu queria acreditar que não estava tudo perdido. Enquanto olhava para o corpo da Joana e do Dário sentia-me impotente. O combate com os dragões tinha-me deixado muito fraca, mas teria uma força restante, uma réstia de esperança que me faria lutar pelos meus filhos e por tudo o que acreditava.

- Não vamos desistir. Nunca!

Acrescentei quando ouvi os meus filhos falarem. Estava tão orgulhosa deles, estavam ali os quatro, meus amores. Mas faltava o Mason. As minhas pernas estavam a tremer, com os nervos e com a aflição. Agonia, era pura agonia. Eu já sabia o que lhe tinha acontecido. Ele não estava ali por uma única razão. Eu estava apenas a fechar o meu coração para não me deixar morrer com ele, para poder apenas lutar mais um pouco. E depois? Quando tudo acabasse e eu me deixasse ser inundada pelas emoções de perda, por já não o ter? Depois dois clarões de luz foram contra aquele homem maléfico, cegando-nos a todos, mas depois olhei para o sítio de onde eles vinham. Quase caí no chão quando vi o Mason, vivo, a atacar, a agarrar na varinha dele e a lutar.

- Mason...

Estava a chorar, o alívio era demasiado grande, vê-lo vivo. De repente tudo começou num reboliço. Os devoradores atacaram novamente, ouviam-se gritos dos dois lados para atacar, os avanços recomeçaram mas desta vez o nosso lado estava mais forte, pareciam hipnotizados, eles do outro lado. Corri depressa para me ir agarrar ao Mason, mas de repente senti algo frio na barriga, frio. O sangue doce subiu-me à boca e olhei para baixo. Um punhal estava espetado na minha barriga. Não consegui gritar, nem falar, nem fazer nada, apenas deixei-me cair de joelhos devagar no chão. Olhei para cima e vi um dos devoradores que eu quase matei enquanto estava na forma de dragão.

- Adeus, loirinha.

Ouvi-o dizer, mas a voz parecia que vinha de muito longe. 3 depois ele despareceu. O corte doía, mas eu estava a começar a ficar dormente. Ainda consegui olhar o Mason, fiz um pequeno sorriso. Como eu queria dizer que o amava. No sítio onde ele estava agora tinha sido onde tínhamos começado a namorar. "Por eles..." ainda pensei. Sabia que ele me conseguia ouvir. No meio de centenas, ele ia conseguir ouvir a minha. "Amo-te". Ainda tinha os olhos abertos, e sabia que estava ajoelhada, a agarrar na barriga, mas comecei a ver tudo escuro. A dor, o barulho, as lutas, tudo se apagou.


Sofia Redbird Malfoy
Casada - Professora de DCAT - 26
Sofia Redbird Malfoy
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Vice-Director da Escola

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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Mason A. Potter Malfoy em Sab 11 Maio 2013, 18:48

Mason Andrew Malfoy

 You're on my mind, love, I told you don't when I need it. It happens all the time, love, yeah



Tinhamos conseguido. Nós... Nós conseguimos...
Fiquei sem me mexer, com a varinha apontada no mesmo sitio onde estava antes o sem nariz. Mas de repente fui empurrando para o lado por alguem e a batalha começou outra vez.
Eu corri para longe do corpo dele, os feitiços estavam todos a serem direccionados para este lado.
Os meus olhos correram a multidão. Eu precisava de ver a Sofia. Só de ver se ela estava bem.
E o meu coração alivou-se e comecei a correr para ela. Tinha que sentir que ela estava bem.
E estive quase a sentir isso.
Até que um devorador apareceu atrás dela, e eu vi uma lamina na barriga dela.
Não...
Eu vi a poucos metros de mim, a poucos segundos do lugar que eu estava. O amor da minha vida começar a ser levado para um sitio que eu não podia ir busca-la.
Eu não me conseguia mexer, a batalha, os gritos os feitiços, tudo isso desapareceu. Só fiquei a olhar para ela. Eu queria correr para ela, eu queria agarra-la, queria abraça-la, queria ajuda-la. Mas eu não conseguia. Eu não conseguia fazer nada para a tirar daquilo, para a tirar dali. Eu não posso a perder. Não posso!
As minhas pernas começaram a falhar quando eu comecei a ouvir a voz dela.
- Não... Não... Não!
Eu corri para perto dela agarrando enquanto me mandava para o chão. Eu não queria saber da minha perna, podia ficar sem ela, não me interessava. A Sofia fazia me mais falta.
- Sofia? Sofia! Amor! Fica comigo!
Eu já nem sabia quando é que tinha começado a chorar. Nem me interessava. Eu estava a perder-la.
- Olha para mim, amor!
Gritei a chorar enquanto lhe agarrava na cara, as minhas mãos cobertas do sangue dela e do meu coração.













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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Lord das Trevas em Sab 11 Maio 2013, 18:51



Lord Voldemort


- Podem poupar muitas vidas, se pararem de lutar ganham muito mais.

Disse, ainda muito paciente, esperando que eles fossem suficientemente inteligentes para fazer escolha acertada. Quando aquela maldita mulher, a Fay, falou, muitos lhe seguiram os passos, a tentar incentivar a continuação dos ataques.

- Muito bem, poderão continuar esta vossa tentativa falhada de não serem subjugados. Mas Lord Voldemort é piedoso.

Olhei para a directora aos meus pés, já morta estava, quase. Quanto ao muggle nem queria saber, não era minha preocupação. Depois uma maldição acertou-me, fazendo-me cambalear. Tinha sido projectada com força, mas não o suficiente. Durante uns segundos tudo ficou branco. Vi-me num sítio que não conhecia, nada estava ali.

- Anda Tommy, vamos brincar!

Mary? Uma das raparigas que andava comigo naquele maldito orfanato estava ali. Porquê? Tão pequena, tão inocente. Redimir-me? Era este o plano? Nunca. De repente ela desapareceu. E depois vi-me a mim. Vi-me a mim próprio à minha frente, um Tom diferente, estudante e muito jovem.

- Ainda podes mudar, Tom. Podes ser alguém. A sede de poder não há-de guiar-te por muito tempo.

Comecei a rir. Oh como eu era imbecil naquela altura. Com muito menos vontade de vingar no Mundo.

- Estás enganado, Tom. Tu podes, eu não. E o meu nome é... Lord... Voldemort.

Sibilei, com raiva estampada nos olhos e todo o átrio da Escola voltou ao meu campo de visão. Quando me virei para ver o autor do crime, não fiquei surpreso.

- Ahhh Tomás, escolheste o lado errado, meu amigo.

Aquele rapazinho, tão promotedor, com tanto talento desperdiçado. Já estava à espera, pessoas com o coração fraco seriam sempre assim, pouco racionais, sempre preocupadas com tudo menos com o que era realmente importante: poder. Tudo estava em silêncio. Mantinha-me intacto, mas estava diferente ali. Não importa, eu não ia esperar.

- AVADA KED...!

Mas fui interrompido por dois gritos do mesmo feitiço, que me atingiram. Ao princípio não senti nada, apenas um choque, apenas a fria sensação que me percorria o corpo. Comecei a rir novamente.

- Seis inúteis, vocês nunca acabarão comigo desta maneira.

O brilho nos meus olhos era mais maléfico do que nunca, tudo estava a chegar ao fim. De repente tudo começou num reboliço, a luta continuou, eles atacaram. Lancei vários feitiços, incluindo à Potter, mas nada estava a acontecer.

-O que é que...?

Olhei para mim próprio, lentamente comecei a sentir-me a ferver. O meu corpo estava a desfazer-se.

- NÃO! NÃO!

Gritei, com raiva. Olhei para a Potter no chão, ela estava a tentar levantar-se. Não podia permitir que ela me vencesse mais uma vez. Todos os meus planos! Arruinados! Aos poucos estava a deixar de pensar. À minha frente, no meu campo de visão, uma menina pequena apareceu de novo, a rir, e a esticar as mãos.

- Vem!

E depois transformou-se numa criatura diferente, nenhuma que eu já tivesse visto antes. Maldita!

- NÃO!

Quanto mais eu gritava e me tentava debater, mais o meu corpo sedesfazia. Até que, por fim, restou apenas um monte de pó no chão. Um pó que semearia o mal se não fosse queimado. Um pó que espalharia a ira de Lord Voldemort. Mas um pó sem vida, sem material vitalício. Tudo tinha acabado. E eu era apenas... Pó.






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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Sofia Redbird Malfoy em Sab 11 Maio 2013, 19:11



Te pido una vez más la oportunidad de demostrarte que tan sólo necesito amarte para que el dolor se aparte ya. No permitiré que pierdas hoy la fe que tengo nuestro amor eterno junto a ti pelearé.



- Foste... Hummm!.. Tão corajoso.

Disse-lhe, já nos braços dele. Sabia tã bem, o toque dele era quente e macio, mesmo com ele a apertar-me contra ele. Quem me dera que houvesse outra maneira. Quem me dera que tudo não tivesse um preço.

- Toma... Conta deles, sim?

Disse-lhe, mas custava-me falar. Fazia-me ainda mais dores. Mas eu precisava de lhe dizer, tinha tantas coisas para lhe dizer.

- Tenho tanto orgulho em ti. Em nós... Em tudo.

Estiquei a mão e pu-la na cara dele, tocando-lhe a face com carinho. Sorri sem me aperceber de que estava a chorar. Como é que esta homem perfeito tinha vivido comigo durante tantos anos? Se havia coisa mais poderosa no Mundo era o amor que sentia por ele.

-Promete-me... Promete-me que vais ser feliz, Mason. Continuar...

Tinha tanto medo que ele morresse comigo. Quem cuidaria dos meninos? Eles iam precisar do pai. Estava a sentir-me uma cobarde por estar a abandona-los, mas não era minha escolha. Eu tinha feito a minha parte, tinha lutado por um futuro melhor. E estava orgulhosa disso.

- Dá-me um beijo...

Pedi-he enquanto ainda estava com sentidos. Precisava de senti-lo. O único homem que amei em todo a minha vida.


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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Sophie S. Gomez em Sab 11 Maio 2013, 19:21

Sophie Gomez

Eu estava a lutar quando reparei que mais e mais feiticeiros se dirigiam ao Pátio. Acabei com mais alguns devoradores e também fui para o pátio. Ainda não tinha visto a Yaz, mas não era o único problema. O Lord das Trevas tinha a diretora Potter, o desespero estava em cada cara que se avistava, ele exigia que nos rendessemos. Ninguém o fez. Eu mantive-me quieta, mesmo que ele a matasse, a rendição nunca era a minha opção! Alguns avançaram, caras meio conhecidas... dos jornais. Já os tinha visto, mas não reconhecia os nomes. Um rapaz avançou e tentou matar aquele... desgraçado sem nariz, mas ele apenas se desequilibrou. Pensei que era o fim, e vi a Yaz juntamente com todos os feiticeiros, a ver aquela cena triste.
Soltei uma lágrima, aquilo não estava nos meus planos... se ele não morresse... nós... O Lord ia a lançar a maldição da morte no rapaz que o tentara matar, já ia um. Mas antes de acabar o feitiço, duas novas vozes proferiram o feitiço primeiro. Ele começou a rir-se, e o brilho nos meus olhos desapareceu... até que vi o Lord a desfazer-se em nada, em pó, facilmente limpo, até com a mão.
A minha lágrima caiu no chão e eu esfreguei os olhos como uma criança. Tinhamos... tinhamos vencido.
Fiquei quieta, sem me mexer. Era inacreditável. Queria ir ter com a Yaz, mas não me conseguia mexer, fiquei imóvel, não acreditava naquilo. Como é que podia ser verdade?
Passou-se algum tempo e eu voltei ao planeta.
Mas para mim era fácil. Não tinha morrido, nem a Yaz. Via um casal à minha frente. Desespero. Queria ajudar, mas não sabia o que fazer.


Thanks Nanda from TPO





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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Mason A. Potter Malfoy em Sab 11 Maio 2013, 19:22

Mason Andrew Malfoy

 You're on my mind, love, I told you don't when I need it. It happens all the time, love, yeah



- Sofia não...
Solucei enquanto a apertava contra mim. Ela ia ficar bem, ela ia ficar bem! Ela tinha que ficar bem! Eu não a podia perder, não assim não agora!
-Não... Tu prometeste.. Tu prometeste para sempre...
As lagrimas caiam pelas caras de nós dois. Eu não queria dizer adeus. Eu não podia. Nós tinhamos que ficar juntos. Acontecesse o que acontecesse nós tinhamos que ficar juntos.
Ela tocou-me na cara, o toque suave e carinhoso dela que eu já tinha sentido tantas vezes. Mas desta vez era fraco, como se ela estivesse a desvanecer-se aos poucos. Não. Não não não.
- Eu não... Eu não posso ser feliz sem...sem..sem ti... Por favor não...
Abaixei a cara encostando a testa na dela a chorar. Eu já tinha sentido várias vezes o que era ficar sem ela, e eu sabia que não o podia fazer tudo outra vez. Eu precisava de estar com ela, falar com ela sentir o amor dela, acordar ao lado dela... Rir e chorar com ela... Nós tinhamos que estar velhinhos com os nossos netos, eu a olhar para uma velhota toda boazona e ela a bater-me com a minha bengala. Tinha de ser. O nosso para sempre.
- Não.. Não digas adeus...
Sussurrei enquanto aproximava os labios dos dela. Eu tinha que continuar a sentir isto pela minha vida a fora. O amor dela, o unico amor que eu tive na minha vida.












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Re: Patio Pavimentado

Mensagem por Sofia Redbird Malfoy em Sab 11 Maio 2013, 20:23



Te pido una vez más la oportunidad de demostrarte que tan sólo necesito amarte para que el dolor se aparte ya. No permitiré que pierdas hoy la fe que tengo nuestro amor eterno junto a ti pelearé.



- Podes...

Disse, a tentar ser firme, mas tinha a noção de que a minha voz se estava a desvanecer.

- Tu és o homem mais forte que conheço neste Mundo.

Deixei a minha mão cair. Custava-me demasiado esforçar movimentos. Será que ele ia encontrar outra mulher daqui a um tempo. Por estranho que parecesse, eu não me sentia com ciumes, sentia-me aliviada ao pensar nisso. É isso que acontece quando se ama de verdade: quer-se a felicidade da pessoa, a todo o custo. Como é que olhas para a pessoa que amas e lhe dizes adeus? Não dizes.

- Amo-te, meu xuxu.

Consegui ainda dizer baixo e senti-me desmaiar. Ficou tudo preto e deixei de sentir o que quer que fosse. Havia apenas uma luz branca, alguém que me chamava. Não tive medo. Apenas segui em frente.


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Re: Patio Pavimentado

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