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Casa Do Barco

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Casa Do Barco

Mensagem por Escola de Magia PT em Ter 06 Set 2011, 16:49

Relembrando a primeira mensagem :




Casa do Barco


Para se entrar no castelo existem três opções. O primeiro ano é obrigado
a vir de barco. Os restantes podem ir a nado ou podem entrar pelo
portão principal.
Fica á escolha de cada um.
A casa do barco contem alguns barcos pendurados nas paredes, ou a pairar pelo tecto, todos bem amarrados a um pilar mestre.












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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Joanna Leand Willis em Sex 18 Maio 2012, 18:41

- Ohh, anda cá à mãe, princesa xD

Peguei-a ao colo e enchi-a de beijinhos. Era mesmo linda xD






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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Convidado em Sab 19 Maio 2012, 21:21

Comecei a rir enquanto passava a Maria para os braços da minha mulher.

- Estava a pensar que hoje podíamos jantar fora, já que sais cedo. O que achas? Smile
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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Joanna Leand Willis em Dom 20 Maio 2012, 02:17

- Acho uma óptima ideia Smile - Disse eu, esticando a cara para lhe dar um beijinho. - Deixamos a Maria com o Tiago e vamos só os dois, que tal?






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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Convidado em Dom 20 Maio 2012, 19:58

- Boa ideia! Smile Bem que estamos a precisar de um jantarzinho romantico só para nós! xD Achas que ele se importa? Podíamos dizer à Zo para ir para ao pé dele... Não?

Era uma boa ideia, assim ele não se sentia preso, era a última coisa que eu queria.
Convidado

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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Joanna Leand Willis em Seg 21 Maio 2012, 00:59

- Sim, até fico mais descansada se ela lá estiver, porque ele não sabe mexer na máquina da loiça o.O






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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Convidado em Seg 21 Maio 2012, 23:49

- Bem visto! xD

Comecei a rir e levantei-me, pegando na Maria para ela poder pegar nas suas coisas.

- Vamos para casa bebé? Smile

Disse a sorrir a esfregar o nariz no da minha filha.

- Pergunta à mãe se ela está pronta.
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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Joanna Leand Willis em Qui 24 Maio 2012, 21:00

- A mãe só está pronta quando levar um beijinho! Very Happy - Disse eu, aproximando a cara da dela para ela me dar uma daquelas beijocas sonoras e cheias de baba do costume o.O






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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Convidado em Qui 24 Maio 2012, 23:33

Aproximei a minha filha da mãe e ela a esticar os bracinhos e a rir babou-a toda xD que era a maneira que ela tinha de dizer que gostava da mãe ainda. o.O

- Vês? Very Happy Beijinho bom na mãe! xD


Ri e encostei de novo a Maria a mim, dando a mão à Joanna e saímos de lá os três para eu ir jantar fora com a minha baby.
Convidado

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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Sofia Redbird Malfoy em Qua 29 Ago 2012, 13:05

Segunda-feira. 11 horas da manhã. O Lago continua calmo sempre, com as suas águas negras a chamarem os corajosos - ou os demasiado burros - para um mergulho com as criaturas que lá vivem. Eu não gostava de agua. Tirando os banhos quentes em casa ou um mergulho ou outro na piscina ou na praia, a água deixava-me desconfortável. Não era um desconfortável como um arrepio ou a sensação de frio, era um desconfortável que me dava a sensação de afogamento, pânico de ser consumida pela água. Ter o meu poder não é fácil, ser uma Firedragon implica ter cuidados e medos. O Fogo é o meu elemento e, assim como ele, a água tem tanto de belo como de terrível.

Hoje vim aqui sozinha só para pensar um bocadinho e descontrair, também. Trabalhar, estudar, ser mulher e mãe a tempo inteiro não é tarefa fácil mas eu faço-o com prazer, foi a vida que eu escolhi e a que quero continuar a ter para sempre, até os meus meninos não precisarem mais de mim e eu e o Mason sermos só os dois outra vez. Olhei o Lago e sorri, como é que alguém podia ter uma vida tão preenchida? Não era perfeita, mas pouco faltava para iso e o mais importante eu recebia todos os dias, tanto da minha família como dos meus amigos: amor.

- Rica vida...

Disse, num suspiro, e encostei-e à minha árvore preferida naquela parte do Lago, onde, anos antes, eu e o Mason escrevemos as nossas iniciais num coração. Era enorme, perto do Lago, e tinha um tronco tão grosso que seriam precisas umas cinco ou seis pessoas para o rodearem e tinha ainda uma pequena cova que era perfeita para encaixar as costas e ficar confortavelmente a admirar o Lago. eu gostava de ficar assim, sossegada e em silêncio a contemplar aquela pate do Castelo. Uma flor que cor-de-rosa ainda meio fechada caiu levemente em cima do meu joelho e eu peguei nela com um sorriso. Era muito bonita, mesmo ainda não aberta, e ocorreu-me que devia leva-la para a minha princesa mais pequenina, ela adorava flores, a minha Joana. Pousei a flor ao pé da minha mala e encostei a cabeça ao tronco, voltando a fitar o Lago. Fechei os olhos apenas por alguns momentos, até uma voz masculina me arrancar dos meus pensamentos:

- A dormitar a esta hora do Sol? Que desperdício.


Abri os olhos e, contra o Sol, fitei o rapaz que estava à minha frente, confusa e meio aparvalhada.

- Hum... Sim? Quem és tu, mesmo?

- De certeza que não sabes isso, Redbird?

Ergui a sobrancelha a olhar para ele. Não o conhecia, mas algo nele me transmitia uma estranha sensação de familiaridade. Depois reparei bem no rapaz, quando me levantei. Não gostava de olhar as pessoas de baixo, muito menos com o Sol a encadear-me. Ele não me parecia normal, ou melhor, parecia normal de mais, bonito de mais, perfeito de mais. Era o rapaz mais lindo que eu já tinha visto em toda a minha vida. Era alto, magro mas com músculos levemente definidos. Tinha cabelo loiro meio comprido, brilhante de um modo fantástico daqueles que servem para fazer anúncios a shampôs e a cara... A cara era estranha. Era estreita e comprida, mas lindíssima. Toda a pele dele tinha um tom dourado, como se fosse um bronzeado perfeito. Ele tinha um fascínio qualquer que atraía qualquer uma. Mas não era só isso. Os olhos verdes líquidos dele deixavam ver, para quem observasse bem, pequenas chamas douradas que ardiam dentro dele.

- Tenho a certeza que me lembrava se te conhecesse.

Respondi de forma sincera. Não queria ser mal educada, não fazia mesmo ideia de quem ele era. Ele continuou a fitar-me, perto da árvore, de braços cruzados e uma perna traçada atrás da outra. Nem sequer pestanejava quando falava, o que, aliado àqueles olhos, lhe dava um aspecto de não ser completamente humano, um ser feérico.

- É comum os ainda mortais acharem que desconhecem tudo, principalmente quanto mais perto está à frente dos seus olhos. E tu, mais do que a maioria das pessoas, tens esse hábito, não tens, Sofia Redbird Malfoy?

Franzi a testa e cruzei os braços. Não me agradava saberem coisas sobre mim quando eu não conhecia as pessoas, os tempos eram perigosos. Era preciso para desconfiar de tudo e todos. Nunca se sabe o que as pessoas escondem.

- Primeiro, não estou a gostar do tom com que estás a falar comigo. Segundo, também não estou a gostar do facto de saberes o meu nome e fazeres parecer que sabes ainda mais. E terceiro...

- Tu falas muito, não falas, Redbird? Sabes, isso nos humanos torna-se extremamente irritante, muitas vezes.

- Tu... Eu... Han?!

Já não estava a perceber nada. Ele tinha-me interrompido de uma maneira muito mal-educada e eu odeio que me façam isso, porque perco o meu raciocínio e chateio-me.

- Olha, eu não faço a mínima de quem sejas, mas não estou a gostar disso de te armares em esperto comigo!

- Armar-me em esperto?

Ele pareceu surpreso com aquilo que eu disse, mas não ficou menos arrogante por isso e eu ergui a sobrancelha e limitei-me a fita-lo, com cara de poucos amigos. Ele tinha uma postura que me irritava mesmo: era calmo mas confiante, com atitude de quem controla tudo e não se esforça po isso.

- Hum... Curioso.

Desencostou-se da árvore e andou de roda dela devagar. Não me mexi e, no mesmo sítio, comecei a ficar nervosa, mas um nervosa de irritada. Pus a mão na anca e comecei a bater o pé, impaciente.

- O que é que é curioso?

- É curioso que não estejas a responder à tua própria... Natureza.


- A minha própria Natureza? E o que é que isso quer dizer exactamente?


Ele apenas sorriu, e eu reparei, quando ele apareceu por detrás da enorme árvore, que ele tinha um sorriso perfeito. Mas que raio?! Que rapaz... Coisa... É esta? E depois abri muito os olhos.

- Pára de me hipnotizar!


- Hipnotizar?

Acabou de dar outra volta à enorme árvore e o seu sorriso continuava igual, mas as chamas douradas que eu vira nos olhos dele estavam diferentes, mais agitadas, como se tivessem sido atiçadas.

- Eu não te estou a hipnotizar. Se estivesse, acredita que nem te apercebias e muito menos resistirias.

Revirei os olhos e continuei a olha-lo parada no mesmo sítio. Pronto, está bem, ele era lindíssimo mas a beleza dele não era normal! Aliás, ele parecia-me o tipo de rapaz que sempre teve tudo o que quis e bem lhe apeteceu. Não do tipo mimado, mas mais do tipo que tem tudo o que quer porque convence facilmente as pessoas para isso. Não parecia ter mais do que uns dezoito anos, mas a sua postura, a maneira de falar e a sua atitude mais do que isso. Credo, era irritante.

- Pois, olha, tu não me conheces e, acredita, meu, não te queres meter comigo!

Estava mesmo a passar-me com ele e nem sequer o conhecia, portanto fiz aparecer nas minhas mãos, com as palmas viradas para ele, duas chamas. Em vez de ficar assustado, o semblante dele alterou-se e os seus olhos brilharam ainda mais, as chamas douradas cada vez maia agitadas.

- Ohh... É mesmo ela, Dasha!


Murmurou uma das criaturas estranhas que estavam por ali. Aquela estava mais próxima dele, era toda azul e parecia feita de gelo. Tinha o cabelo espetado e o rapaz que estava ao pé dela, que pelos vistos se chamava Dasha (que nome mais estúpido) continuou a olhar-me, com uma cara radiante, os olhos a brilharem cada vez mais.

- Sim, é ela! Tem de ser ela. Três séculos à espera, só pode ser ela.

Falavam como se eu não estivesse ali e eu não estava a gostar nada disso! Era irritante.

- Olá? Desculpem, mas eu estou aqui e gostava de saber o que é que se passa, se não for muito incómodo, sim?

Ele sorriu mais e aproximou-se de mim, deixando a outra para trás. Semicerrei os olhos e não fiz desaparecer as chamas das minhas mãos. Mas assim que ele se aproximou pôs a mão na minha cara e eu senti Calor. Calor a infiltrar-se no meu corpo como se fosse algo líquido, quente e reconfortante. Suspirei e fechei os olhos. Nunca tinha sentido o calor, o fogo daquela maneira. Ele percebeu isso porque abraçou-me e sussurrou contra o meu pescoço.

- Vem para a minha corte.


Abri os olhos e afastei-me dele.

- O quê?

Estava confusa. Não entendia o que se tinha passado ali. Mas muitas das criaturas que pareciam humanas estavam felizes, aproximavam-se de mim e tocavam-me no cabelo e nas roupas, como se estivessem curiosas e felizes ao mesmo tempo. Era estranho, credo!

- Vem para a minha corte.


Repetiu ele a olhar-me.

- Pertences lá, o nosso Mundo precisa de ti. O Verão está a acabar e não vamos ter forças para derrotar o Inverno e o seu governante se eu estiver só.

- Que conversa é essa? Estás a gozar comigo?


Semicerrei os olhos e o calor do meu corpo, dos nervos e de estar irritada, aumentou, o que fez aquelas criaturas ficarem ainda mais felizes.

- Vem comigo e vais ter tudo o que precisares. Só quero que venhas comigo!


- Que conversa é essa do Verão e do Inverno?!

- Achas que é apenas uma coisa ou pessoa que rege tudo isto?

Fez um gesto amplo com os braços, como se abarcasse o Mundo todo.

- É claro que não! NÓS regemos o tempo, NÓS controlamos o ambiente, NÓS - apontou para mim e para ele - controlamos o Verão e a necessidade vital que as pessoas têm do seu calor. Se não vieres, eu serei enfraquecido e todo o Mundo, incluindo o dos feiticeiros vai viver Invernos completamente gelados anos seguidos.

Fiquei a olha-lo durante um tempo, a fita-la de sobrancelha erguida e depois não aguentei, começando a rir. Ri alto, com a mão na barriga.

- Ooookay, podes parar! Apanhaste-me! Foi uma boa partida, de facto, mas agora já podes parar!

Ele ficou sério, a olhar-me com um misto de raiva e confusão e depois, do nada e em menos de dois segundos, tinha-se transformado. Já não era só belo, era belo e terrível, todo o seu corpo estava em chamas, a sua cara estava negra mas brilhante e os olhos completamente em chamas. O cabelo, muito bem arranjado parecia agora um mar de chamas douradas. Era um cenário completamente lindo e assustador. Parei de rir e fiquei paralisada.

- Achas que ISTO é uma brincadeira, Redbird? NÃO é! NÃO vim aqui para te pregar uma partida! Aceita aquilo que és e vem, ou pelo menos repeita o Mundo a que também pertences!

Depois ficou normal outra vez, muito lindo e calmo e encostou-se à árvore a olhar-me.

- Neste momento tens duas opções: vens comigo e ficas a viver lá para me ajudares a menter em segurança quem precisa ou ignoras tudo isto e finges que aquilo que acontecer daqui para a frente não é culpa tua.

Respirei fundo para me acalmar, ainda com o coração acelerado e depois lá consegui falar.

- Eu... Eu... Não sei! Eu posso ver e... Bem, ver só! Não prometo nada, posso VER e tentar pensar naquilo em que posso ajudar!


- Só precisava de ouvir isso. Não ignores a tua natureza.

Passou a mão a ferver na minha cara mas não me queimou, mais uma vez, aquela sensação líquida estava lá. Suspirei mas depois abri os olhos.

- Eu volto e espero que já tenhas uma resposta depois disto.

E depois foi embora, mas de uma forma estranha, porque desapareceu quase em seguida. Ele podia mudar de forma? Estranho... E todos os outros seres que vinham com ele também se foram. Alguns deles ainda murmuraram "adeus rainha" ou "nao nos abandone" e eu fiquei lá, com cara de parva e tive de me sentar. Tinha os olhos muito abertos do espanto.

- Mas que raio foi isto?!

Deixei-me lá sentada, a pensar completamente confusa naquilo.
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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Sofia Redbird Malfoy em Sex 14 Set 2012, 21:01

Voltei ao mesmo sítio onde aquilo tudo me tinha acontecido, uma semana depois. Sentei-me ao pé da mesma árvore, encostada e tirei o meu caderno. Deu-me saudades da Argentina, gostava de levar lá a minha família um dia. Desde que aquilo com o Dasha me aconteceu que eu me sinto estranha... Não me sinto distante, mas sinto-me como se estivessem distantes de mim, e odeio isso, dá-me medo de perder muitas coisas. Principalmente o Mason.

Agarrei numa caneta e pus-me a escrever a letra que eu inventara antes de namorar com ele, quando noites e noites e mais noites com ele desaparecido me deixavam sufocada.



Si,ya lo se,no me ves,

Si tus ojos son de ella.

Y el cielo sin estrellas para mi.

Si,ya entendi,te perdi...

Una grieta en el mar que

Crece sin secar mis lagrimas!

Si,quise tocar el cielo,

Y gritar cuanto te quiero,

Pero ya no,no puedo mas...

Siempre te esperare!

Y no renunciare a tu mirada

No importa nada...

Siempre te extrañare

Sabiendo que este amor ya lo perdi...

Es demasiado lo que pido para mi.

Si,ya lo se,me ilusione

En mis sueños me perdi

Es todo lo que me queda de ti.

Si,ya entendi,nada fui

No te enamoraste de mi.

Perdi las esperanzas de seguir.

Esta letra revelava aquilo que eu sentira na altura... Medo, tristeza, sentia-me abandonada por ele. Mas isso mudou quando ele voltou.

Suspirei com um pequeno sorriso. Olhei o Lago à minha frente e passei a mão no cabelo. O que é que se passava comigo? Parecia que apenas o meu corpo estava ali, parecia que a minha alma não estava lá, que tinha desaparecido. Eu esforçava-me por agradar aos outros a tentar sentir-me bem, mas e eu? Se calhar eu devia ser mais egoísta comigo própria, talvez a minha alma voltasse dessa maneira, como uma espécie de aviso. Não sabia, estava confusa e perdida, não sabia o que fazer. Encostei a cabeça à árvore e fechei os olhos, não me apetecia ir para casa ainda, não estava lá ninguém, ia ficar sozinha na mesma.
Sofia Redbird Malfoy
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Re: Casa Do Barco

Mensagem por William A. Scott em Qui 25 Abr 2013, 18:38


William Scott
De Tarde Θ Calor Θ EMPT Θ War

Apareci num dos terrenos fora da escola e dirigi-me rapidamente para a escola. Como entrei pela parte sul do castelo fui para a Casa do Barco para ver se estava tudo bem.
Isto tudo da guerra deixa-me um pouco inseguro porque ainda há pouco conheci uma rapariga que me deixou completamente contagiado.
Espero bem que as minhas evoluções não tenham sido para nada.
Entrei lá dentro com a varinha na mão e investiguei o espaço e quando estava perto da água alguém me empurrou.
Ia cair dentro de água quando dei um salto no ar e caí do outro e virei-me imediatamente atacando-o
- Stupefy
Ele foi projetado para fora e acabei por o deixar la e seguir para o castelo.
Credits to Rapture




William Andrew Scott
William A. Scott
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Treinador de Auror's

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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Harold Heyns Luchtart em Qui 25 Abr 2013, 21:46



Harold Heyns Luchtart
You're going to Die


Finalmente a guerra começou, finalmente o ultimo plano do Lord ia se realizar e iríamos sair vitoriosos! Todos aqueles tolos iam se curvar aos pés do meu Lord e venera-lo como um deus!
O muggle nojento da Potter estava acorrentado nas masmorras a sofrer uma pequena tortura de uma das nossas. E enquanto isso eu iria comandar um dos batalhões de criaturas e bruxos pelo exterior. Já se via muitos a cairem, feitiços a voarem e um cheiro a morte e sangue pelo ar.
Eu adorava este cheiro, e este caos.
- Avada kedavra!
Gritei contra um estudante que fugia a correr da casa dos barcos. Idiotas, a pensarem que podiam fugir. Eles estavam cercados por fora, estava um cerco de devoradores de volta do castelo.
- ATAQUEM!!!!
Gritei apontando a varinha para o castelo e todos começaram a correr e a atacar o lado inimigo fraco.
E eu ri-me dando um pontapé no corpo do miudo.


By Sidhe for Source Code










Harold H. Luchtart
I give my soul to Lord Voldemort
Harold Heyns Luchtart
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Novato

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Re: Casa Do Barco

Mensagem por João Soares em Sex 26 Abr 2013, 01:22

Comatose


I hate feeling like this
I'm so tired of trying to fight this
I'm asleep and all I dream of
Is waking to you

Tell me that you will listen
Your touch is what I'm missing
And the more I hide I realize
I'm slowly losing you

Comatose
I'll never wake up without an
Overdose
of you

I don't wanna live
I don't wanna breathe
'Less I feel you next to me
You take the pain I feel
Waking up to you never felt so real
I don't wanna sleep
I don't wanna dream
Cause my dreams don't comfort me
The way you make me feel
Waking up to you never felt so real

I hate living without you
Dead wrong to ever doubt you
But my demons lay in waiting
Tempting me away
Oh how I adore you
Oh how I thirst for you
Oh how I need you

Comatose
I'll never wake up without an
Overdose
of you

I don't wanna live
I don't wanna breathe
'Less I feel you next to me
You take the pain I feel
Waking up to you never felt so real
I don't wanna sleep
I don't wanna dream
Cause my dreams don't comfort me
The way you make me feel
Waking up to you never felt so real

Breathing life
Waking up
My eyes
Open up

Comatose
I'll never wake up without an
Overdose
of you

I don't wanna live
I don't wanna breathe
'Less I feel you next to me
You take the pain I feel
Waking up to you never felt so real
I don't wanna sleep
I don't wanna dream
Cause my dreams don't comfort me
The way you make me feel
Waking up to you never felt so real

Oh how I adore you
Waking up to you never felt so real
Oh how I thirst for you
Waking up to you never felt so real
Oh how I adore you
The way you make me feel
Waking up to you never felt so real

Uma canção me vinha a mente. Estava na hora de eu dar minha contribuição na guerra, já estava por muito tempo parado. Era lua cheia e aquilo mexia com meus hormonas, meu humor. Tinha que me manter controlado, pois se eu fosse me transformar teria que ser na hora certa.

Aqueles desgraçados iam lamentar por atacar a escola da Joana. Saí a desarmar alguns devoradores pelo caminho. A escola estava com as defesas baixas. Vi um devorador rir de um miúdo morto. Aquilo que fez inflar de ódio e com a fúria não pude me contar, minhas presas (dentes) ficaram à mostra.

-Sectumsempra!

Lancei o feitiço contra aquele maldito. Ele ia pagar por todas aquelas mortes, se não por minhas mãos é provável que em Azkaban a ter o beijo do dementador.

Tag: tags; Wearing: '-'Notes: notes

Thanks to: Ran @ GC
João Soares
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Lobisomem

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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Lord das Trevas em Qui 02 Maio 2013, 13:01



Lord Voldemort


Finalmente o meu momento tinha chegado. Eu já tinha a Potter e a Escola ia ficar sob o meu controlo. Lord Voldemort iria renascer e tomar o poder. Não queria que a Potter morresse sem que ninguém visse, queria mostrar a todos que não podiam vencer-me. Ao dirigir-me pela Escola, fiz com que a minha voz ecoasse por toda a escola.

- Poupem as vossas vidas e rendam-se. Tenho a vossa querida directora. Rendam-se e Lord Voldemort poupara tanto sacrifício. Dirijam-se ao Pátio da vossa amada Escola e venham ver o vosso novo mestre.

Depois disse tudo ficou em silência. Os meus fieis devoradores cessaram os ataques e juntaram-se a mim no Pátio principal. Bastava todos verem a Potter cair e tudo seria meu.




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Re: Casa Do Barco

Mensagem por Tiago Azevedo em Sab 15 Jun 2013, 12:27

▷ Happy Halloween!!

Hufflepuff Pride!!!

Cheguei á Casa do Barco e sentei-me num dos cantos.
A única pessoa que eu conheço que foi honesta comigo numa relação amorosa foi a Selena!!
Agora chegaram algumas raparigas perto de mim e eu iludido que era bonito ou até inteligente, e isso fosse um sinal de que alguém fosse apaixonar-se por mim, vim agora concluir que tudo era por causa do Torneio -.-
Tive lá por volta de meia hora a pensar na vida. Depois passei pelo Salão Comunal, voltei a vestir-me e decidi voltar á festa, porque não quero perder a diversão Cool
@Beani @Miss





Hufflepuff Pride
Remember that you're the love of my life,
and i will never forget you!! ♥️
» Tiago Azevedo
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Re: Casa Do Barco

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